domingo, 29 de maio de 2016

Armas da Itália durante a Segunda Guerra

-Breda 30



O Fucile Mitragliatore Breda 30 foi a metralhadora padrão do Exército Italiano durante a Segunda Guerra. A Breda 30 é lembrada como uma arma ruim pois tinha uma baixa razão de fogo e usava o fraco cartucho 6,5x52mm. A arma era alimentada por um pente que se encaixava ao lado dela.

A arma tinha um mecanismo de lubrificação que molhava em óleo cada cartucho que entrava na câmara e isso causava o aquecimento do cano rapidamente, fazendo com que a munição disparasse antes de estar totalmente na câmara.

Algumas Bredas foram convertidas em M37, que utilizava o cartucho de 7-35mm, mas as conversões nunca chegaram a um grande número devido a problemas industriais. A Breda 30 ficou em serviço entre 1930 e 1945.
Especificações da Breda 30

Tipo: metralhadora leve 
Comprimento: 1.230mm
Comprimento do cano: 450mm
Peso: 10,6kg
Cartucho: 6,5x52mm Mannlicher-Carcano
Razão de fogo: 500 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 630m/s
Alcance efetivo: 800m
Alcance máximo: 3.000m
Alimentação: Pente de 20 cartuchos

-Pistola Beretta Modelo 1934


 Excelente arma, a submetralhadora Beretta 1938A foi produzida em larga escala, mantendo, porém, um padrão de qualidade sem similar em outras companhias da época. Com a rendição da Itália em 1943, tornaram-se o armamento padrão alemão na península, pois controlavam a maior parte do país, confiscando a produção local.

Especificações:

Modelo: 1938A
Calibre: 9 mm
Comprimento: 946 mm (total) e 315 mm (cano)
Peso: 4,97 Kg (com carregor cheio)
Carregador: Pente com 10, 20, 30 ou 40 cartuchos
Cadência de Tiro: 600 tpm
Velocidade Inicial do Projétil: 420 m/s

-Fuzil Carcano 1891


O Carcano era a arma de pólvora sem fumaça do Exército Italiano, usando um ferrolho Mauser e um sistema de alimentação baseado nos desenhos de Mannlicher. Originalmente seguia o princípio da arma de pequeno calibre (6,5 mm), adotado também pela Suécia e Japão. Arma simples, leve e barata, já estava obsoleta no final da Grande Guerra, mas continuou em uso. Pouco antes da 2ª Guerra, uma variante foi feita (modelo 1938), com calibre 7,35 mm, mas essa nunca substituiu as armas antigas. Foram feitos fuzis e carabinas de cavalaria, sendo que estas últimas normalmente tinham uma baioneta rebatível presa ao cano.

Especificações:

Modelo: Fuzil 1891
Calibre: 6,5 x 52 mm
Comprimento: 128 cm
Comprimento do cano: 78 cm
Peso: 3,75 kg
Carregador: descartável, de seis cartuchos. A arma não podia ser alimentada tiro a tiro

-Metralhadora Fiat-Revelli M1914



 Arma com algumas características exóticas, como um sistema de refrigeração em que a água fervente era resfriada e depois levada de novo a manga em torno do cano e o sistema de carregamento, que era alimentado por carregadores de cinco tiros de fuzis de infantaria. A alimentação era problemática, havendo um sistema de lubrificação automática dos cartuchos antes destes irem para a câmara. Apesar desse desenho complicado, era mais leve que as metralhadoras similares e funcionava bem, o seu maior problema sendo o cartucho fraco, que levou à sua substituição parcial em 1937 por uma arma de desenho quase idêntico, mas refrigerada a ar e com um cartucho mais forte.

Especificações:

Calibre: 6,5 x 52 mm Carcano
Comprimento: 118 cm (total da arma sem reparo), 65,4 cm (cano)
Peso: 35 kg (total), 16,65 kg (arma)
Raiamento: 4 raias para a direita
Alimentação: carregadores de fuzil, receptáculo para 10 carregadores.
Cadência de tiro: 400 tiros por minuto
Velocidade inicial: 640 m/s
Alcance de uso: 1.500 m





sábado, 28 de maio de 2016

Armas do Japão Imperial durante a Segunda Guerra Mundial

-Type 26 Revolver




O Type 26 foi a primeira arma moderna adotada pelo Exército Imperial Japonês. Foi desenvolvido por Koishikawa Arsenal e seu nome vem em homenagem ao ano 26 da dinastia Meiji, quando foi desenvolvida, 1893. Esse revólver viu serviço na Guerra Russo-Japonesa, Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial.

Originalmente desenvolvida para ser utilizada como uma arma secundária da cavalaria, o revólver Type 26 apresentava uma argola no cabo. Por carência de suprimentos, o revólver foi utilizado amplamente como uma arma auxiliar e continuou em serviço até o fim da Segunda Guerra Mundial.

O Type 26 era um grande revólver baseado em um Smith & Wesson. Era uma arma de ação dupla com uma pesada puxada de gatilho que deixava-a com uma baixa razão de fogo. No século XX, a rapidez na indústria japonesa resultou em armas de baixa qualidade onde o tambor não alinhava direito com o cano tornando-a uma arma perigosa. Cerca de 59.200 foram produzidas.

Especificações do Type 26

Calibre: 9mm
Peso: 927 gramas (descarregada)
Comprimento: 230mm
Comprimento do cano: 120mm
Alimentação: tambor de seis cartuchos


-94 Shiki Kenju



Na década de 30, as Forças Armadas Japonesas tinham em serviço uma pistola de 8mm conhecida como Nambu. Mas após a invasão japonesa na China, a demanda por pistolas para o crescente Exército Japonês não era correspondida. Uma fácil solução veio com uma pistola automática de 8mm que foi produzida comercialmente em 1934, mas esta pistola vendeu pouco por causa de sua estranha aparência. As Forças Armadas compraram estoques destas pistolas e aumentaram sua produção. Quando a produção acabou, em 1945, mais de 70.000 já haviam sido fabricadas.

Esta pistola conhecida como 94 Shiki Kenju, ou Pistol Type 94, foi uma das piores pistolas já produzidas. Seu desenho fazia com que fosse de ruim manuseio e também não era uma arma segura. Junto de uma má fabricação e de ruins materiais a arma era realmente muito insegura. Uma parte do mecanismo do gatilho sobressaía-se para a esquerda e caso fosse puxado, se a pistola estivesse carregada, ela dispararia. Sua produção era tão apressada que tornava-a mal feita. As tropas tinham de utilizar a 94 simplesmente porque a indústria japonesa não conseguia produzir nada melhor na época.

Especificações da Pistol Type 94

Cartucho: 8mm
Comprimento: 183mm
Comprimento do cano: 96mm
Peso: 0,688kg
Velocidade inicial do projétil: 305m/s
Pente: 6 projéteis

Peça tracionada a cavalo, introduzida pelo arsenal de Osaka em 1934 para substituir o desenho então em uso (Meiji tipo 41). Não era um desenho dos mais brilhantes – de fato, era muito pouco melhor do que o tipo 41, mas era leve e podia ser dividia em 11 partes, para transporte no dorso de seis animais ou nas costas de homens, se adequando à doutrina japonesa e as necessidades da guerra na selva.

Especificações:

Comprimento do tubo: 1,56 m
Calibre: 75 mm L21
Peso: 544 kg (em ação)
Elevação: -9o a +45o
Conteira: 40o
Peso do projétil: granadas M94 - 6 kg (800 grs. de TNT), M90 Shrapnel – 7kg e outras
Espoletas: M3, M5, M7 (duplo efeito) ou M88 (impacto ou retardo).
Alcance: 7-8 km, dependendo da granada
Velocidade inicial: 355 m/s a 392 m/s dependendo do projétil


-Canhão Anti-tanque Tipo 1 de 47 mm




Levando em consideração a ineficácia do canhão anti-tanque padrão japonês (Tipo 94 – 37 mm) contra os soviéticos, o exército japonês encomendou um novo modelo, o Tipo 1, com maior calibre. Com o rápido desenvolvimento das blindagens dos tanques aliados, logo até ele tornou-se obsoleto. Mesmo assim, sua produção continuou até o fim da guerra, sendo adaptado também como armamento principal do tanque médio Chi-Ha.

Especificações:

Quantidade Produzida: Cerca de 2.300
Calibre: 47 mm/L65
Comprimento: 2,6 m
Comprimento do Cano: 2,53 m
Peso: 800 Kg
Elevação: -11 a +18 graus
Conteira: 58 graus
Alcance: 6.900 m
Peso da Granada: 1,5 Kg
Velocidade Inicial: 830 m/seg.
Penetração: 52 mm a 1.000 m ou 64 mm a 500 m
Guarnição: n/d


-Espada Katana tipo Guntô (Shin ou Kai-Gunto)





 Após um período de proibição de sua produção, com o fim do regime feudal e a extinção da classe Samurai, as tradicionais espadas dos Samurais, Katanás, voltaram a ganhar proeminência após o fim da I guerra, com o incentivo dado ao nacionalismo pelos militares nipônicos. Os tipos usados pelos militares eram classificados de acordo com o tipo de bainha (Guntô), sendo o modelo Shin-Gunto usado pelo Exército e Kai-Gunto pela Marinha. Poucas eram produzidas segundo os métodos tradicionais, sendo a maioria produzida usando máquinas, com qualidade inferior. Como é natural neste tipo de armamento, tiveram pouco uso prático em combate, sendo mais usadas em caráter cerimonial ou como indicativo de posto (oficiais).

Especificações:

Tipo de Lâmina: (Nihonto) Sabre curvo, um só gume, com ponta em bisel, sem dorso (Shinogi-Zukuri, o tipo mais comum)
Material da Lâmina: Aço homogêneo (as tradicionais eram forjadas manualmente, com camadas de aço de diferentes densidades, formando um conjunto)
Comprimento da Lâmina: (Nagasa) 62 a 78 cm
Largura da Lâmina: 7 a 8 cm (moto-kasane = junto à guarda) e 6 a 7 cm (saki-kasane = próximo à ponta)
Peso: n/d.
Tipo de Guarda: (Tsuba) Cruzeta redonda
Empunhadura: (Tsuka) Longa, para duas mãos. Comprimento de 20 a 30 cm
Bainha: (Saya) As tradicionais são de madeira. As gunto normalmente são se metal
Suspensão da Bainha: Arganéus simples (Shin-Gunto) ou duplos (Kai-Gunto). As tradicionais não têm pontos de suspensão, eram enfiadas no cinto


-Fuzil Tipo 38 e Tipo 99




O tipo 38, adotado em 1905, foi o fuzil padrão do exército japonês na I Guerra. Era um fuzil longo, para compensar a baixa estatura do soldado nipônico. Com um cartucho pequeno e de baixa potência, começou a ser substituído, a partir dos anos trinta, por uma nova versão (Tipo 99) de 7,7 mm. Uma característica curiosa era seu monopé dobrável.

Especificações:

Modelo: Tipo 38
Calibre: 6,5 mm
Comprimento: 1.275 mm
Comprimento do cano: 797,5 mm
Peso: 4,2 Kg
Carregador: Cinco cartuchos
Velocidade Inicial do Projétil: 731 m/s


-Fuzil Anti-Tanque Tipo 97 de 20 mm





 Introduzida a partir de 1937, esta arma inusitada operava em modo semi-automático em modo automático. Podia penetrar 30 mm de blindagem a 350 m ou 20 mm a 700 m. Seu principal defeito era o peso absurdo, que a tornava impraticável para uma guerra de movimento, tendo apenas uma produção de cerca de 400 armas.

Especificações:

Calibre: 20x124 mm
Comprimento: 2.035 mm
Comprimento do cano: 1.200 mm
Peso: 68,5 Kg
Operação: automática, a gás
Carregador: Pente com 7 cartuchos
Velocidade inicial: 990 m/s
Cadência de Tiro: 12 tiros/min.
Guarnição: 4 homens (para o transporte em 4 volumes), 2 para operação



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Você Sabia ? O Fascismo


O termo Fascismo se deriva da palavra italiana fascio, que significa feixe. O feixe de varam simbolizava uma força e união do povo italiano, já que uma vara pode se quebrar, porém quando a junção de várias feixes o poder é indestrutível. Esse símbolo também eram utilizado na Roma antiga pelos magistrados. O Símbolo Fascista era composto por um feixe e um machado que representava o poder e a repressão do líder Mussolini.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

A Preparação de uma Múmia



Antigamente os egípcios acreditavam na vida após a morte, mas para que esta vida pudesse existir era necessário manter viva a lembrança de que foram e de como viveram. Umas das formas para manter esta lembrança é a preservação do corpo, evitando a sua decomposição. Primeiramente os egípcios notaram que os mortos quando eram enterrados nas areias quentes do deserto, começaram a secar e conservar a aparência. Com base nesta forma, ele criaram uma técnica que permitia a secagem do corpo e preservação, que é chamada de mumificação. Quando algum membro de uma família morria, eles levavam o corpo a um grupo de sacerdotes que são especialistas na artes da mumificação. Todo o processo era feito em uma tenha chamada de "Tenda da Purificação" ou "Bela Casa", na qual o corpo era colocado em uma grande mesa. Existiam muitas técnicas de mumificação, porém isso dependia dos recursos da família. Já no sistema mais caro que geralmente eram feitos por pessoas das classes mais altas (Militares, Faraós, Nobre e etc.), os sacerdotes utilizavam um instrumento que tinha um formato de um gancho para retiravam o cérebro em pedaços e pedaços pelo nariz, que eram jogados fora ou serviam de comida para os gatos. Em seguida o interior do crânio era lavado com óleos perfumados e enchido com resina. Para retirar as vísceras do corpo, os sacerdotes faziam um corte no lado esquerdo do abdômen perto do umbigo,que cuidadosamente eram lavadas, secas e enfaixadas, pra que finalmente, fossem guardadas em quatro vasos que são chamadas de canopos.

Todo o interior do corpo era limpo e preenchido com o sal natrão e com resinas perfumadas. Depois todo o corpo era coberto por natrão e deixado para secar por quarenta dias. Quando o estiveste completamente seco, o corpo era limpo e estofado por tecidos ou serragem, os olhos que eram feios de pedras ou cebolinhas eram colocados nas órbitas para dar uma aparência de vivo ao morto. O corpo então, era todo enrolado com tiras de tecido. Já que era utilizada bastante tecido para enrolar o corpo, os familiares levavam com frequência aos sacerdotes as roupas do corpo ou outro qualquer tecidos. Até mesmo velas de barcos eram usados para esse fim.

Muitas peças ou amuletos de diversas formas ou materiais, eram colocados entre as faixas, e nelas, haviam encantamentos e orações eram escritas para proteger as múmias contra os espíritos malignos em sua viagem para o mundo dos mortos. E em todo o processo de mumificação, era costume os sacerdotes usarem uma mascara de chacal, para representar o Anubis (Deus da mumificação e condutor das almas dos corpos), e recitava orações. Após o corpo ter sido todo enfaixado, em sua cabeça era colocado uma máscara funerária que representava o rosto do morto, e enfim, estava colocada em um caixão, com o formato do corpo do morto, e decorados com imagens, textos e etc. Dentro do caixão, eles colocavam geralmente um livro que era escrito em um rolo de papiro com orações, fórmulas mágicas, que é chamado de "Livro dos Mortos".  Após o toda essa preparação, a múmia já dentro do caixão, estava pronta para receber as ultimas homenagens para ser colocada dentro de seu sarcófago, de pedra, e o interior de sua tumba era lacrada após o funeral.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Maomé Muhammad



O principio da história do islamismo , teve inicio em uma caverna que está localizada na Arábia. Dentro dela, estava um comerciante conhecido como Maomé, que segundo a tradição islã, o arcanjo Gabriel apareceu e mandou recitar. Isso aconteceu no ano de 610 d.C. A Palavra "Islã", significa sublimação a Alá (Deus) e por esse motivo os islâmicos, também são conhecidos como muçulmanos que estão submetidos a vontade de Alá, que foi revelado por Maomé em um livro sagrado, o Alcorão ou Corão. O Corão não foi escrito em sua forma final durante a vida do Maomé. Quando ele morreu, tudo que tinha nas revelações  estava composto em um conjunto de fragmentos como: ossos, pedras, em madeiras e etc. E o Corão só foi finalizada durante o reinado de Califa Omã (694-656 d.C).

Os capítulos do Corão, que são chamados de Suratas, interpretam a fé, explica a história e dita as normas da vida, e as leis de punições para quem for contra essas leis , também está presente. As 5 obrigações do islamismo são: Acredita no Alá e no profeta Maomé, rezar cinco vezes por dia, jejuar durante o dia do mês sagrado, o Bamadã; dar esmolas ao pobre e fazer peregrinação na cidade de Meca pelo menos uma vez na vida. Essas leis são seguidas até hoje por mais de 1,3 bilhões de muçulmanos e é a religião que mais cresce no mundo. No entanto, Maomé não tinha o intuito de criar uma nova crença. Ele considerava um profeta na mesma linhagem de Abraão, Moisés e Jesus Cristo umas vez que ele falava com o mesmo Deus dos judeus e dos cristãos, e não podemos esquecer que o arcanjo Gabriel foi o mesmo arcanjo que apareceu á Maria e que lhe contou que ela, seria mãe do filho de Deus.

Não existe dados históricos sobre a vida do profeta. Seu nome verdadeiro era Muhammad Bin Abdulhah Bin Abdul Mutalib Bin Hachen Bin Abd Monaf- e que na história ficou conhecido como Muhammad.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Quando os cavaleiros começaram a usar armaduras ?





Os primeiros cavaleiros cobertos por armaduras de ferro apareceram no século XV. A grande dos cavaleiros da idade média usavam armaduras com malhas de elos metálicos. A chamada cota de malha era flexível o suficiente, que facilitou no movimentos de todas as partes dos membros, e ao mesmo tempo foi essencial para proteção contra golpes de espadas. Mas as malhas não eram útil contra as flechas de arcos. Sendo assim, no século  XV o torso ganhou uma camada extra de proteção, usava-se uma camada de tecido com placas de metais por dentro, e sobre ela, uma armadura de metal peitoral superior completa. Outros membros do corpo que ficavam expostos, também form cobertos pela armadura extrema. No século XV, começaram a cobrir o corpo inteiro com partes de ferro ou aço, e a malha de tornou supérflua. As diferentes partes da armadura poderiam deslizar uma sob a outra. O peso da antiga cota de malha caía de mais sobre os ombros dos cavaleiros. Por tanto a ideia de que o cavaleiro totalmente vestido em sua armadura na conseguia se locomover sem ajuda é completamente um mito!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O que os Romanos tinham contra os Judeus ?




Um fator que foi bastante importante para os avanços do império romano era a capacidade de se integrar com os povos conquistados. Mas o judeus resistiram e recusaram-se se transforma em cidadãos romanos. O maior problema entre judeus e romanos era as diferenças religiosas. Segundo a filosofia do estado romano, ele consideravam o imperador como uma pessoa completamente divina e que todos os súditos do império deveriam idolatrar. A maioria do povo já adoravam vários deuses, e só precisavam adicionar mais um, mais os judeus adoravam apenas um único deus onipotente. Suas crenças eram impedidas de ver o imperador romano, além de um mero mortal. Essas contradições causaram inúmeras revoltas judaicas entre os anos de 66 e 135. No ponto de vista dos romanos, o judeus eram um risco eminente e que deveria ser eliminado. Depois de inúmeras revoltas, os rebeldes judeus eram vendidos como escravos e que foram espalhados por todo império romano. No ano de 135, o imperador Adriano rebatizou a região da antiga Judeia de Palestina, e com isso os judeus foram proibidos a entrarem em Jerusalém. A partir desse momento, os judeus passaram a ser nada mais que uma das várias minorias da região.