sexta-feira, 3 de junho de 2016

5 fatos desconhecidos sobre a Proclamação da República

Proclamação_da_República_by_Benedito_Calixto_1893


1- Em 15 de novembro de 1889, Marechal Deodoro da Fonseca foi acordado em meio à madrugada para realizar o histórico ato. Um detalhe curioso é que Deodoro estava com um ataque de dispneia, o que lhe fazia sentir diversas dores em seu ventre.

2- Não houve qualquer tipo de derramamento de sangue durante a Proclamação da República, exceto o Ministro da Marinha, José da Costa Azevedo, por ter reagido à voz de prisão, após as tropas se perfilarem para ouvirem o Hino Nacional brasileiro.

3- De acordo com relatos oficiais, a reação da nobreza brasileira foi a seguinte: Tereza Cristina chorou ininterruptamente, Isabel ficou relativamente muda por um longo intervalo de tempo e Dom Pedro II entoava constantemente que todos estavam literalmente loucos.

4-  Esses foram os dizeres do Imperador Dom Pedro II, em uma carta aos brasileiros: “…Resolvo partir com a minha família para a Europa amanhã… Ausentando-me, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança,e faço os mais sinceros votos para que atinja a sua grandeza e a merecida  prosperidade…“.

5- Dom Pedro II morreu deitado em cima de um travesseiro, que ele havia enchido de terra do solo brasileiro.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

5 fatos desconhecidos sobre a Independência do Brasil

gritodoipiranga


1-  Os cavalos da famosa obra “O Grito do Ipiranga”, na verdade eram jumentos. Mas para deixar o ato histórico e a imagens, um tanto quanto, mais imponentes, eles substituíram os animais.

2- Estudos históricos revelaram que Dom Pedro I, não parou próximo às margens do Rio Ipiranga, por ele ser eventualmente um belo palco para um marco histórico, mas sim por ele estar com uma baita diarreia e lá ser um ótimo lugar para que ele pudesse ‘evacuar’ tranquilamente em um bom período de tempo.

3-  Dom Pedro e Leopoldina tiveram um duríssimo trabalho para consolidar perante as outras nações importantes do mundo, a independência do Brasil., Até mesmo perante o pai de Leopoldina, o imperador da Áustria, Francisco I, líder absoluto da Santa Aliança, que tinha o intuito de limitar e controlar os ideais iluministas, além das políticas de ideais liberais ao redor da Europa.

4- Dom Pedro I, teve que pagar à Portugal mais de 2.000.000 de libras, pela nossa independência.

5- O nosso Imperador se recusou a anexar a Angola, colônia portuguesa, ao país. Houve uma discussão, onde lhe foi sugerida a alocação da colônia angolana ao Brasil, mas Pedro não quis facilitar o comércio e tráfico de escravos.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

5 fatos desconhecidos sobre o Descobrimento do Brasil

Oscar_Pereira_da_Silva_-_Desembarque_de_Pedro_Álvares_Cabral_em_Porto_Seguro_em_1500

1- Mais de três meses antes do descobrimento ‘oficial’ do Brasil, em janeiro de 1500, o navegante espanhol Vicente Pinzón relatou ter chegado a um local perambulando pelos mares que era completamente desconhecido pelos reinos de Espanha e Portugal, ou seja…

2- De acordo com o livro “Sobre os Mares do Mundo”, escrito pelo português Duarte Pacheco Pereira, que esteve presente no Tratado de Tordesilhas de 1494, ele visitou terras desconhecidas ao ocidente do Oceano Atlântico. De acordo com Pacheco, no ano de 1498, ao pisar em terra firme, notou algumas ilhas de beleza estonteante, recheadas de ‘Brasil’ (Pau-Brasil).

3- Pedro Álvares Cabral, recebeu 35 quilos de ouro pela sua viagem pelo Atlântico, até descobrir o Brasil. Além do direito de poder mover 30 toneladas de pimenta gratuitamente em sua caravela.

4- O trabalho de cartografia mais antigo do país, é datado de 6 de maio de 1500. É atribuído ao astrônomo da caravela de Pedro Álvares Cabral.

5- De acordo com documentos e relatos pertinentes às respectivas épocas, Américo Vespúcio, Yanez Pinzón, Diego de Lepe, e até mesmo, há quem defenda a teoria de que chineses e vikings, cruzaram o Atlântico e passaram pelo Brasil.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Quem foi Boston Corbett ?



John Wikes Boston foi o homem que atirou em Abraham Lincoln no teatro Ford, em Washington DC. O homem que atirou em Booth chamava-se Boston Corbett. Após o assassinato do presidente em abril de 1865, Booth  fugiu, mas acabou sendo encontrado em uma fazenda na Virgínia por um grupo de soldados. As ordens eram para levá-lo com vida, mas Corbett, um dos soldados, atirou em seu pescoço. Corbett era um homem muito estranho. Alguns anos antes, ele havia se castrado para evitar as tentações de prostitutas. Mais tarde, ele se tornou um recluso, e acredita-se que tenha morrido em u, incêndio florestal em 1894.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Hitler tinha um senso de humor ?


Segundo as pessoa que foram mais próximas de Hitler,, descreveram como um homem que raramente sorria no dia a dia. Algumas piadas o agradavam mas, na maioria do tempo, ele era bem reservado, relatou o guarda costa de Hitler, Rochus Mish. Mais o Führer tinha um repertório de histórias sobre outros líderes nazistas, principalmente com o Hermann  Göring. Hitler achava engraçada a preferência dele por uniformes pomposos, e uma das suas piadas favoritas era sobre a roupa do chefe da força aérea alemã.

"A Sra. Göring entra nos aposentos e vê seu marido balançar seu bastão de marechal sobre umas cuecas.
 -"Hermann, o que você está fazendo?", pergunta.
 -"Estou promovendo minhas roupas de baixo e roupas de cima", responde Goring alegremente."

Durante a guerra, os momentos de humor de Hitler eram raros.


domingo, 29 de maio de 2016

Armas da Itália durante a Segunda Guerra

-Breda 30



O Fucile Mitragliatore Breda 30 foi a metralhadora padrão do Exército Italiano durante a Segunda Guerra. A Breda 30 é lembrada como uma arma ruim pois tinha uma baixa razão de fogo e usava o fraco cartucho 6,5x52mm. A arma era alimentada por um pente que se encaixava ao lado dela.

A arma tinha um mecanismo de lubrificação que molhava em óleo cada cartucho que entrava na câmara e isso causava o aquecimento do cano rapidamente, fazendo com que a munição disparasse antes de estar totalmente na câmara.

Algumas Bredas foram convertidas em M37, que utilizava o cartucho de 7-35mm, mas as conversões nunca chegaram a um grande número devido a problemas industriais. A Breda 30 ficou em serviço entre 1930 e 1945.
Especificações da Breda 30

Tipo: metralhadora leve 
Comprimento: 1.230mm
Comprimento do cano: 450mm
Peso: 10,6kg
Cartucho: 6,5x52mm Mannlicher-Carcano
Razão de fogo: 500 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 630m/s
Alcance efetivo: 800m
Alcance máximo: 3.000m
Alimentação: Pente de 20 cartuchos

-Pistola Beretta Modelo 1934


 Excelente arma, a submetralhadora Beretta 1938A foi produzida em larga escala, mantendo, porém, um padrão de qualidade sem similar em outras companhias da época. Com a rendição da Itália em 1943, tornaram-se o armamento padrão alemão na península, pois controlavam a maior parte do país, confiscando a produção local.

Especificações:

Modelo: 1938A
Calibre: 9 mm
Comprimento: 946 mm (total) e 315 mm (cano)
Peso: 4,97 Kg (com carregor cheio)
Carregador: Pente com 10, 20, 30 ou 40 cartuchos
Cadência de Tiro: 600 tpm
Velocidade Inicial do Projétil: 420 m/s

-Fuzil Carcano 1891


O Carcano era a arma de pólvora sem fumaça do Exército Italiano, usando um ferrolho Mauser e um sistema de alimentação baseado nos desenhos de Mannlicher. Originalmente seguia o princípio da arma de pequeno calibre (6,5 mm), adotado também pela Suécia e Japão. Arma simples, leve e barata, já estava obsoleta no final da Grande Guerra, mas continuou em uso. Pouco antes da 2ª Guerra, uma variante foi feita (modelo 1938), com calibre 7,35 mm, mas essa nunca substituiu as armas antigas. Foram feitos fuzis e carabinas de cavalaria, sendo que estas últimas normalmente tinham uma baioneta rebatível presa ao cano.

Especificações:

Modelo: Fuzil 1891
Calibre: 6,5 x 52 mm
Comprimento: 128 cm
Comprimento do cano: 78 cm
Peso: 3,75 kg
Carregador: descartável, de seis cartuchos. A arma não podia ser alimentada tiro a tiro

-Metralhadora Fiat-Revelli M1914



 Arma com algumas características exóticas, como um sistema de refrigeração em que a água fervente era resfriada e depois levada de novo a manga em torno do cano e o sistema de carregamento, que era alimentado por carregadores de cinco tiros de fuzis de infantaria. A alimentação era problemática, havendo um sistema de lubrificação automática dos cartuchos antes destes irem para a câmara. Apesar desse desenho complicado, era mais leve que as metralhadoras similares e funcionava bem, o seu maior problema sendo o cartucho fraco, que levou à sua substituição parcial em 1937 por uma arma de desenho quase idêntico, mas refrigerada a ar e com um cartucho mais forte.

Especificações:

Calibre: 6,5 x 52 mm Carcano
Comprimento: 118 cm (total da arma sem reparo), 65,4 cm (cano)
Peso: 35 kg (total), 16,65 kg (arma)
Raiamento: 4 raias para a direita
Alimentação: carregadores de fuzil, receptáculo para 10 carregadores.
Cadência de tiro: 400 tiros por minuto
Velocidade inicial: 640 m/s
Alcance de uso: 1.500 m





sábado, 28 de maio de 2016

Armas do Japão Imperial durante a Segunda Guerra Mundial

-Type 26 Revolver




O Type 26 foi a primeira arma moderna adotada pelo Exército Imperial Japonês. Foi desenvolvido por Koishikawa Arsenal e seu nome vem em homenagem ao ano 26 da dinastia Meiji, quando foi desenvolvida, 1893. Esse revólver viu serviço na Guerra Russo-Japonesa, Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial.

Originalmente desenvolvida para ser utilizada como uma arma secundária da cavalaria, o revólver Type 26 apresentava uma argola no cabo. Por carência de suprimentos, o revólver foi utilizado amplamente como uma arma auxiliar e continuou em serviço até o fim da Segunda Guerra Mundial.

O Type 26 era um grande revólver baseado em um Smith & Wesson. Era uma arma de ação dupla com uma pesada puxada de gatilho que deixava-a com uma baixa razão de fogo. No século XX, a rapidez na indústria japonesa resultou em armas de baixa qualidade onde o tambor não alinhava direito com o cano tornando-a uma arma perigosa. Cerca de 59.200 foram produzidas.

Especificações do Type 26

Calibre: 9mm
Peso: 927 gramas (descarregada)
Comprimento: 230mm
Comprimento do cano: 120mm
Alimentação: tambor de seis cartuchos


-94 Shiki Kenju



Na década de 30, as Forças Armadas Japonesas tinham em serviço uma pistola de 8mm conhecida como Nambu. Mas após a invasão japonesa na China, a demanda por pistolas para o crescente Exército Japonês não era correspondida. Uma fácil solução veio com uma pistola automática de 8mm que foi produzida comercialmente em 1934, mas esta pistola vendeu pouco por causa de sua estranha aparência. As Forças Armadas compraram estoques destas pistolas e aumentaram sua produção. Quando a produção acabou, em 1945, mais de 70.000 já haviam sido fabricadas.

Esta pistola conhecida como 94 Shiki Kenju, ou Pistol Type 94, foi uma das piores pistolas já produzidas. Seu desenho fazia com que fosse de ruim manuseio e também não era uma arma segura. Junto de uma má fabricação e de ruins materiais a arma era realmente muito insegura. Uma parte do mecanismo do gatilho sobressaía-se para a esquerda e caso fosse puxado, se a pistola estivesse carregada, ela dispararia. Sua produção era tão apressada que tornava-a mal feita. As tropas tinham de utilizar a 94 simplesmente porque a indústria japonesa não conseguia produzir nada melhor na época.

Especificações da Pistol Type 94

Cartucho: 8mm
Comprimento: 183mm
Comprimento do cano: 96mm
Peso: 0,688kg
Velocidade inicial do projétil: 305m/s
Pente: 6 projéteis

Peça tracionada a cavalo, introduzida pelo arsenal de Osaka em 1934 para substituir o desenho então em uso (Meiji tipo 41). Não era um desenho dos mais brilhantes – de fato, era muito pouco melhor do que o tipo 41, mas era leve e podia ser dividia em 11 partes, para transporte no dorso de seis animais ou nas costas de homens, se adequando à doutrina japonesa e as necessidades da guerra na selva.

Especificações:

Comprimento do tubo: 1,56 m
Calibre: 75 mm L21
Peso: 544 kg (em ação)
Elevação: -9o a +45o
Conteira: 40o
Peso do projétil: granadas M94 - 6 kg (800 grs. de TNT), M90 Shrapnel – 7kg e outras
Espoletas: M3, M5, M7 (duplo efeito) ou M88 (impacto ou retardo).
Alcance: 7-8 km, dependendo da granada
Velocidade inicial: 355 m/s a 392 m/s dependendo do projétil


-Canhão Anti-tanque Tipo 1 de 47 mm




Levando em consideração a ineficácia do canhão anti-tanque padrão japonês (Tipo 94 – 37 mm) contra os soviéticos, o exército japonês encomendou um novo modelo, o Tipo 1, com maior calibre. Com o rápido desenvolvimento das blindagens dos tanques aliados, logo até ele tornou-se obsoleto. Mesmo assim, sua produção continuou até o fim da guerra, sendo adaptado também como armamento principal do tanque médio Chi-Ha.

Especificações:

Quantidade Produzida: Cerca de 2.300
Calibre: 47 mm/L65
Comprimento: 2,6 m
Comprimento do Cano: 2,53 m
Peso: 800 Kg
Elevação: -11 a +18 graus
Conteira: 58 graus
Alcance: 6.900 m
Peso da Granada: 1,5 Kg
Velocidade Inicial: 830 m/seg.
Penetração: 52 mm a 1.000 m ou 64 mm a 500 m
Guarnição: n/d


-Espada Katana tipo Guntô (Shin ou Kai-Gunto)





 Após um período de proibição de sua produção, com o fim do regime feudal e a extinção da classe Samurai, as tradicionais espadas dos Samurais, Katanás, voltaram a ganhar proeminência após o fim da I guerra, com o incentivo dado ao nacionalismo pelos militares nipônicos. Os tipos usados pelos militares eram classificados de acordo com o tipo de bainha (Guntô), sendo o modelo Shin-Gunto usado pelo Exército e Kai-Gunto pela Marinha. Poucas eram produzidas segundo os métodos tradicionais, sendo a maioria produzida usando máquinas, com qualidade inferior. Como é natural neste tipo de armamento, tiveram pouco uso prático em combate, sendo mais usadas em caráter cerimonial ou como indicativo de posto (oficiais).

Especificações:

Tipo de Lâmina: (Nihonto) Sabre curvo, um só gume, com ponta em bisel, sem dorso (Shinogi-Zukuri, o tipo mais comum)
Material da Lâmina: Aço homogêneo (as tradicionais eram forjadas manualmente, com camadas de aço de diferentes densidades, formando um conjunto)
Comprimento da Lâmina: (Nagasa) 62 a 78 cm
Largura da Lâmina: 7 a 8 cm (moto-kasane = junto à guarda) e 6 a 7 cm (saki-kasane = próximo à ponta)
Peso: n/d.
Tipo de Guarda: (Tsuba) Cruzeta redonda
Empunhadura: (Tsuka) Longa, para duas mãos. Comprimento de 20 a 30 cm
Bainha: (Saya) As tradicionais são de madeira. As gunto normalmente são se metal
Suspensão da Bainha: Arganéus simples (Shin-Gunto) ou duplos (Kai-Gunto). As tradicionais não têm pontos de suspensão, eram enfiadas no cinto


-Fuzil Tipo 38 e Tipo 99




O tipo 38, adotado em 1905, foi o fuzil padrão do exército japonês na I Guerra. Era um fuzil longo, para compensar a baixa estatura do soldado nipônico. Com um cartucho pequeno e de baixa potência, começou a ser substituído, a partir dos anos trinta, por uma nova versão (Tipo 99) de 7,7 mm. Uma característica curiosa era seu monopé dobrável.

Especificações:

Modelo: Tipo 38
Calibre: 6,5 mm
Comprimento: 1.275 mm
Comprimento do cano: 797,5 mm
Peso: 4,2 Kg
Carregador: Cinco cartuchos
Velocidade Inicial do Projétil: 731 m/s


-Fuzil Anti-Tanque Tipo 97 de 20 mm





 Introduzida a partir de 1937, esta arma inusitada operava em modo semi-automático em modo automático. Podia penetrar 30 mm de blindagem a 350 m ou 20 mm a 700 m. Seu principal defeito era o peso absurdo, que a tornava impraticável para uma guerra de movimento, tendo apenas uma produção de cerca de 400 armas.

Especificações:

Calibre: 20x124 mm
Comprimento: 2.035 mm
Comprimento do cano: 1.200 mm
Peso: 68,5 Kg
Operação: automática, a gás
Carregador: Pente com 7 cartuchos
Velocidade inicial: 990 m/s
Cadência de Tiro: 12 tiros/min.
Guarnição: 4 homens (para o transporte em 4 volumes), 2 para operação