sexta-feira, 17 de junho de 2016

Quem foi Percy Lefroy Mapleton ?



No dia 27 de junho de 1881, na estação de Preston Park, no Reino Unido, um jovem jornalista chamado de Percy Lefroy Mapleton saiu de um vagão da primeira classe todo coberto de sangue, que aliás o trem ia de Londre a Brighton. Ele contou diversas histórias para explicar sua condição e acabou desaparecendo. Enquanto isso o corpo de Isaac Gold, um negociante de moedas, foi encontrado em um túnel ferroviário. Ele havia sido baleado e esfaqueado. Depois de quatro dias, o jornal Daily Tlegraph plubicava um retrato falado do Mapleton, dando-lhe a duvidosa honra de ser a primeira pessoa a ter esse tipo de imagem estampada em um jornal. Uma semana depois ele foi localizado e condenado por assassinato. Foi executado em 29 de novembro.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Você Sabia que Vicente van Gogh só vendeu um quadro em sua vida ?



Apesar de ter produzido cerca de 900 obras entre 1881 e 1890, van Gogh vendeu apenas um quadro durante sua vida. Vinedo Vermelho (Imagem acima) foi comprado por Anna Boch, irmã do escritor belga Eugene Boch. A obra, retrata colhedoras trabalhando perto de Arles, Provença, onde van Gogh viveu por 15 meses, foi pintado em 1888 e vendido apenas por 400 francos.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A Princesa que "engoliu" um Piano de Vidro



Com os seus 23 anos, a princesa Alexandra Amalie, filha do rei Luís I da Baviera, tinha uma carreira literária, mas apesar de suas realizações literárias ela tinha uma certa fixação por limpeza e, mais tarde em vida, foi vista fazendo movimentos estranhos enquanto caminhava. Quando foi questionada, ela alegou que sentia dificuldades por que quando era criança ela engoliria um piano, e com o piano ainda estava dentro dela, não podia se locomover com a mesma facilidade. Mesmo sendo de uma família conhecida Alexandra sofria de excentricidades mentais, e desenvolveu a ilusão de que tinha engolido um piano feito de vidro. A princesa foi mantida em isolamento pelo resto de sua vida, até a sua morte em 1875.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Submetralhadoras da Segunda Guerra Mundial

-Submetralhadoras Sten


Em uma tentativa de reequipar o Exército Britânico após a derrota de Dunquerque foi emitido uma urgente ordem de requerimento para uma submetralhadora baseada na MP 38 que pudesse ser produzida rapidamente. Dentro de poucas semanas o projeto de R.V. Sheperd e H.J. Turpin, que trabalhavam na Enfield Lock Small Arms Factory, foi aceito.

O primeiro modelo foi a Sten Mk I. Projetada para ser produzida rapidamente e do modo mais barato possível. Ela era feita de tubos de metal e chapas de metal, todas elas ligadas por solda. O pente era também feito com chapas de metal e o mecanismo do gatilho ficava encoberto por madeira. A arma tinha uma aparência horrível mas era um modo de defesa em uma situação desesperadora.



A produção da Mk I chegou a 100.000 unidades. Em 1942 entrava em ação a Mk II que se tornou a Sten clássica. Era feita toda em metal. Uma das vantagens da Mk II era quando tinha algumas partes desmontadas, como o cano, e acabava ocupava pouco espaço. Por essa vantagem ela equipou muitas forças de resistência na Europa ocupada. Havia uma versão da Mk II que foi produzida com um silenciador para operações especiais. Essa Sten era chamada de Mk IIS. Após esses modelos entrou em serviço a Mk III, que produzida aos milhares era basicamente uma uma versão ainda mais simples da Mk I.


A Sten Mk IV foi desenvolvida para paraquedistas mas não foi posta em produção. Na época em que a Mk V entrou em serviço a guerra corria bem para os Aliados e a menor pressão sobre eles permitia que a Sten podesse ser produzida mais refinadamente. A Mk V era sem dúvida a melhor das Sten devido a sua melhor produção e material. Tinha detalhes em madeira, podia ser equipada com uma baioneta e utilizava a mira do rifle Lee-Enfield No. 4. A Mk V foi utilizada pelos paraquedistas em 1944 e após a guerra ela se tornou a submetralhadora padrão do Exército Britânico. A produção de todos os modelos da Sten chega a 4 milhões de unidades.


Especificações da Sten Mk II

Calibre: 9mm
Comprimento: 762mm
Comprimento do cano: 197mm
Peso: carregada: 3,7kg
Alimentação: pente de 32 cartuchos
Razão de fogo: cíclica: 550rpm
Velocidade inicial do projétil: 365m/s


-Lanchester Sub-machinegun


Com a evacuação de Dunquerque em 1940, a Royal Air Force procurou desenvolver uma nova submetralhadora para  a defesa dos aeródromos. Não havia tempo para desenvolver uma arma nova e foi decidido desenvolver uma a partir da submetralhadora alemã MP/28. O período em que a Lanchester foi desenvolvida era tão desesperador que a Royal Navy também adotou a arma e acabou se tornando o maior usuário da dela.

A cópia da MP/28 foi chamada de Lanchester devido ao homem responsável por desenvolver a arma na Sterling Armament Company em Dagenham, George Lanchester. A Lanchester surgiu como uma confiável arma que se adequava as operações da marinha. A arma podia ser equipada com uma baioneta, que se tornava de grande utilidade em abordagens nos navios inimigos, e era capaz de disparar diferentes tipos de munições. O seu pente de latão comportava uma útil quantidade de 50 munições. A arma era capaz de disparar em modo de tiro único ou em modo de tiro automático. Esse era o modelo Mk I mas no modelo Mk I* somente havia a opção de tiro automático e muitas Mk I foram convertidas para Mk I*.

A cópia descarada que era a Lanchester se mostrou boa no serviço e foi muito útil a Marinha Real Britânica. Os últimos exemplares da Lanchester foram aposentados na década de 1970. A arma foi produzida entre 1941 e 1945 sendo 74.579 produzidas pela Sterling, 16.990 produzidas pela Greener e 3.900 pela Boss.

Especificações da Lanchester

Calibre: 9mm
Cartucho: 9x19mm Parabellum
Comprimento: 851mm
Compimento do cano: 203mm
Peso: 4,34kg
Alimentação: um pente de 32 ou 50 cartuchos
Razão de fogo: cíclico: 600rpm
Velocidade inicial do projétil: 380m/s
Alcance efetivo: 150m


-Suomi KP/-31



A submetralhadora Suomi-konepistooli era uma arma de projeto finlandês que serviu durante a Segunda Guerra e descendia da M-22 e da KP/-26. A Suomi KP é uma das armas bem sucedidas da Segunda Guerra e muitas das suas características foram copiadas como é possível perceber nas submetralhadoras soviéticas PPD-40 e PPSh-41. Comparada com a PPSh-41 a Suomi KP era superior mas seu alto custo de produção era o seu problema.

A Suomi KP entrou em produção em 1931 e a Força de Defesa Finlandesa tinha cerca de 4.000 Suomi KP quando a Guerra de Inverno começou. Durante a guerra um freio de boca foi adicionado na arma deixando-a mais longa. Essa versão ficou conhecida como Suomi KP/-31 SJR. Inicialmente a Suomi KP foi concebida para substituir uma metralhadora leve mas se mostrou inadequada para esse tipo de serviço. Os soldados aprenderam a partir de tentativas e erros como usar a Suomi KP do melhor jeito possível.

Na Guerra de Continuação as doutrinas militares finlandesas já haviam sido alteradas para incluir uma Suomi KP e uma metralhadora leve em cada esquadrão de infantaria. Em 1943 a quantidade de Suomi KP por cada esquadrão foi expandida para duas. A produção da Suomi KP continuou para que três delas fossem adicionadas em cada batalhão mas esse plano foi abandonado com o fim da Guerra de Continuação. 

Uma versão especial para bunkers foi produzida (cerca de 500) em 1941. A Suomi KP era também produzida pela Suécia, Dinamarca e Suíça, onde é conhecida como Hispano-Suiza. Cerca de 3.042 foram adquiridas pela Alemanha e utilizadas pela Wehrmacht e pela SS. Os Soviéticos utilizaram algumas que foram capturadas e as adaptaram para utilizar o cartucho Tokarev 7,62x25mm. O número de Suomi KP/-31 produzidas chegou a 80.000.

Especificações da Suomi KP/-31

Peso: 4,6kg
Comprimento: 870mm; SJR: 925mm; versão para bunkers: 740mm
Comprimento do cano: 314mm
Cartucho: 9x19 Parabellum
Razão de fogo: 750-900 tiros por minuto
Velocidade inicial do projétil: 396m/s 
Alcance máximo: 200 metros
Alimentação: pente de 20, 36, 40, 50 cartuchos ou tambor de 71 cartuchos


-PPSh-41


A PPSh-41 era para o Exército Vermelho o mesmo que a Sten era para os Ingleses ou a MP 40 para os Alemães. Era a equivalente soviética na produção em massa de submetralhadoras, utilizando simples métodos e simples sistemas de operação. A PPSh-41 foi projetada em 1940 mas só em 1942 que ela começou a ser fornecida aos soldados soviéticos em grandes quantidades. Por ter sido projetada baseada na produção rápida e fácil, ela era entregue aos milhares vinda desde indústrias até oficinas em áreas rurais. Em 1945 cerca de cinco milhões de unidades haviam sido produzidas. 

Apesar de ser uma arma de linha de produção em massa ela era bem feita. O corpo era feito de madeira sólida e tinha uma ótima razão de fogo. Folhas de metal também eram empregadas na sua produção. O tambor da metralhadora era o mesmo utilizado em metralhadoras soviéticas antigas. O fogo, automático ou tiro único, era facilmente selecionado por uma alavanca próxima do gatilho.



A PPSh tinha de ser uma arma forte e resistente, pois assim que o Exército Vermelho já havia recebido um número considerável, ele adotou a arma de um modo que nenhum outro exército poderia nem ao menos considerar. A PPSh era entregue a batalhões e regimentos inteiros com a exclusão de qualquer outro tipo de arma além de granadas de mão. Essas unidades formavam a vanguarda das unidades de assalto que eram carregadas pelos tanques T-34, dos quais eles só desciam para atacar, comer e descansar. Eles carregavam apenas a munição suficiente, suas condições de vida eram baixas e sua expectativa de vida em combate eram bastante curtas. Mesmo assim, esses milhares de soldados cruzaram a Europa e suas PPSh-41 tornaram-se um símbolo de combate no Exército Vermelho.

Sob estas circunstâncias a PPSh (conhecida por seus operadores como Pah-Pah-Shah) quase não recebia manutenção ou até mesmo limpeza. O melhor modo de manter a arma funcionando era manter ela seca para não emperrar ou congelar.



Guerra a PPSh tornou-se bastante comum nos países de influência soviética.

Especificações da PPSh-41

Calibre: 7,62
Comprimento: 828mm
Comprimento do cano: 265mm
Peso: 5,4kg
Pente: tambor de 35 ou 71 cartuchos
Velocidade inicial do projétil: 488m/s


-PPD 1934/38 e PPD 1940 

A União Soviética teve problemas suficientes na década de 20 para se preocupar com projetos de novos armamentos. Quando as coisas se ajeitaram para que o Exército Vermelho pudesse ser reequipado, as submetralhadoras não eram uma prioridade e ao invés de alguma inovação, a primeira submetralhadora soviética era uma combinação de projetos antigos. Essa era a PPD-1934.

Em 1934, quando foi produzida pela primeira vez, essa arma era uma combinação da finlandesa Suomi m/1931 e das alemãs MP18 e MP38. Esse modelo foi produzido até 1940 quando algumas modificações foram introduzidas para justificar o nome PPD 1934/38. Não havia nada de novo na PPD 1934/38. O mecanismo de operação era quase o mesmo usado em submetralhadoras alemãs e após tentativas de projetar componentes soviéticos, o pente acabou sendo copiado da Suomi. Este pente comportava 71 cartuchos mas havia outro modelo de pente, curvado, que carregava até 25 cartuchos.

Havia uma variação da PPD 1934/38 que foi posta em produção em 1940 sob o nome de PPD 1940. Tinha uma peculiaridade pouco comum em outras submetralhadoras que era o modo em que seu pente encaixava-se na arma.

Quando os Alemães invadiram a União Soviética em 1941, a PPD 1934/38 e a PPD 1940 encontravam-se em poucos números no Exército Vermelho e tiveram pouco impacto nos eventos seguintes. As armas deste modelo que eram capturadas pelos Alemães eram entregues as suas unidades de segunda linha. Ao fim de 1941 a PPD 1940 ja estava fora de produção simplesmente porque os Alemães ja haviam tomado as indústrias envolvidas em sua produção e o Exército Vermelho necessitava de uma nova submetralhadora de fabricação mais fácil.

Especificações da PPD 1934/38

Calibre: 7,62mm
Comprimento: 780mm
Comprimento do cano: 269mm
Peso: carregada: 5,69kg
Pente: 71 cartuchos no tambor e 25 cartuchos no pente curvo
Razão de fogo: 800 tpm
Velocidade inicial do projétil: 488m/s


-MP 38, MP 38/40 e MP 40



Quando a MP 38 foi produzida pela primeira vez em 1938 ela revolucionou os projetos de armas conhecidos por causa do método de produção empregado nela. Ela utilizava simples estampagens de metal e plástico ao invés de madeira. A MP 38 era uma arma que preenchia a necessidade de uma arma de produção em massa para o exército. Era simples, barata e funcionava quando o dever chamava. O corpo era produzido com lâminas estampadas de metal, estampas que podiam ser feitas em qualquer oficina exigindo o mínimo de trabalho com máquinas. A maioria das armas eram deixadas apenas na superfície de metal mesmo, enquanto que outras recebiam uma pintura. Após o impacto causado pela MP 38 cada vez mais armas adotaram técnicas similares de produção em massa.



A MP 38 era bastante ortodoxa em seu funcionamento com seu sistema de alimentação, sistema de recuo e pente na vertical. Havia uma abertura do lado esquerdo em que poeira e sujeira podiam entrar, mas apesar disso, a MP 38 podia aguentar uma grande quantidade de detritos até parar de funcionar. Após entrar em ação em 1939, um problema da MP 38 foi descoberto. Caso a arma fosse danificada ela podia disparar sozinha. Esse problema causou diversos acidentes até a arma ser modificada. Essa última versão passou a ser chamada de MP 38/40.



Durante 1940 a produção da MP 38 ficou mais simples utilizando ainda mais folhas de metal e processos mais simples de manufatura. Essa nova versão foi batizada de MP 40. Para o soldado, era pouco diferente da MP 38/40 mas para a economia alemã era uma grande vantagem. A MP 40 foi entregue aos milhares para as tropas em campo e provou ser popular até entre os Aliados que sempre que podiam utilizavam as armas capturadas. A maior mudança que ocorreu na MP 40 foi a introdução de um pente duplo que ficou conhecido como MP 40/2 mas não fez sucesso e foi pouco utilizada. A MP 40 ainda pode ser encontrada em estranhos cantos do mundo, especialmente com guerrilheiros. Essa arma era também conhecida como Schmeisser, mas de onde esse nome veio não se sabe.

Especificações da MP 40

Calibre: 9mm
Comprimento: 833mm
Comprimento do cano: 251mm
Peso: 4,7kg
Pente: 32 cartuchos
Velocidade inicial do projétil: 365m/s







segunda-feira, 13 de junho de 2016

Os Instrumentos de Guerra Projetados por Leonardo da Vinci



Durante sua vida, Leonardo da Vinci criou inúmeras invenções bélicas de ataque e defesa. Além de ser uns dos maiores pintores da história, o italiano nascido em 1452, também foi engenheiro. Primeiramente ele era contratado por senhores da guerra, como o duque Ludovico Sforza, de Milão, entre os anos de 1483 e 1490, e cardeal César Bórgia, de Florença, entre 1502 e 1504, o inventor renascentista fez vários desenhos revolucionários de diversas armas militares, como protótipos de helicópteros, submarinos e tanques de guerra. Muitos de seus projetos, pensados nos séculos 15 e 16, só saíram do papel á 400 anos depois, com o avanço da tecnologia.

Confira alguns projetos bélicos do Da Vinci:


Ataque

-Bombas Fragmentadas: 



Ano: 1490

Da Vinci fez um aprimoramento nas balas de canhões, que quando adicionadas, as bombas liberam fragmentos cortantes e projéteis menores em alta velocidade em todas as direções, ampliando o campo de batalha. O artefato acabou sendo "inventado" pelos nazistas durante a Segunda Guerra.

-Canhão Giratório:



Ano: Entre 1485 e 1490

Leonardo queria acabar com aqueles canhões simples de rodinhas e resolveu fazer uma estrutura mais fortificada de madeira, com 16 bocas de fogo de artilharia, é capaz de girar e disparar em várias direções. O protótipo nunca saiu do papel, já que, naquela época era impossível fazer uma estrutura tão firme e dinâmica ao mesmo tempo.


-Metralhadora:



Ano: 1482

Atualmente os modelos de percursora tinham 12 canos de disparos e foi projetada com o intuito de ser leve e capaz de atirar várias balas ao mesmo tempo. A única dificuldade que tinham era de repor a munição. A ideia só se desenvolveu no ano de 1884, quando um norte-americano Hiram Maxim criou a Maxim Gun, já que era automática e portátil.


Transportes

-Helicóptero:



Ano: 1489

Foi uns dos projetos mais famosos que foi inspirado em um moinho de vento. Da Vinci idealizou em uma forma de parafuso aéreo helicoidal, que deu origem ás hélices. A invenção deveria ser operada por quatro pessoas, mas acredite-se que jamais saiu do papel. O primeiro helicóptero foi construindo por George Cayley, em 1843, na Inglaterra.

-Submarino:




Ano: 1515

O inventor fez embarcações armadas similares aos submarinos dos tempos modernos. Da Vinci resolveu fazer um projeto pioneiro de uma embarcação armada, que era capas de submergir e surpreender o inimigo. A engenhoca era muito avançado para a tecnologia da época, e só foi construída em 1776, pelo norte-americano David Bushnell.

-Tanque de Guerra:




Ano: 1485

A ideia de Leonardo, era de construir um carro armado, capaz de se mover e proteger o passageiro. Motorizada, a estrutura teria canos de canhões ao redor. O protótipo não foi concretizado e, como tinha erros de mecânica complexos, Da Vinci acabou desistindo do projeto. O Tanque só veio aparecer em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial.


Estruturas

-Ponte Invasora:



Ano: 1502

O novo modelo da ponte tinha o intuito de proteger os soldados que invadissem cidades e castelos sem seres atingidos por artefatos. Além de ser segura, a invenção era móvel, facilitando a emboscada.


-Muralha de Defesa:



Ano: Entre 1482 e 1485

O artista aprimorou o design das muretas, criando paredes móveis para emboscar os invasores. No momento em que as escadas se apoiam nos muros, os soldados escondidos os moviam de forma a derrubar os inimigos e dificultar o acesso ao castelo.










domingo, 12 de junho de 2016

A Origem do Dia dos Namorados

times square, new york city, 1945, japan's surrender, end of world war II, world war II, kissing the war goodbye


Comercialmente o dia dos namorados no Brasil é muito importante. A Comemoração acontece no dia 12 de junho e existe várias explicações desta data.

Uma das teorias afirmam que os dia dos namorados surgiu em um festejo romano chamado Lupercália, em que cada rapaz escolhia a menina que deveria ser sua namorada o ano todo. Já nos Estados Unidos e na Europa, o dia dos namorados, ou valentine's day, é comemorado no dia 14 de fevereiro, em homenagem ao bispo romano Valentino.

No Brasil, a escolha do dia 12 de junho está relacionada aos interesses comerciais. O dia dos namorados teria sido introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória. A data da escolha representa uma época em que o comercio de presentes não é tão intenso, por isso a necessidade de uma celebração deste tipo.

sábado, 11 de junho de 2016

Nazistas no Brasil ? Fotografias

nazismo_brasil


A História dos nazistas na terra brasileira, não é muito bem contada e conhecida, e os historiadores do nosso país não curtem muito pesquisar sobre os interesses do Terceiro Reich em nossas terras. É importante saber que os nazistas vieram antes e depois da Segunda Guerra, e ainda deixaram o seus rastros no nosso território, até mesmo na floresta amazônica.

As fotografias que irei destacar neste artigo, mostra a expedição dos nazistas na floresta amazônica que foram conduzidos pelos alemães: GerdKahe, Gerhard Krause, Joseph Greiner e o líder da expedição Otto Shulz- Kampfhenkel entre os anos de 1935 a 1937. Caso você queira saber mais sobre os nazistas no Brasil é só visitar o site da Revista Brasileira.


caboclos

Os alemães chegaram a contratar 30 caboclos da região de Jari para auxilia-los nos trabalhos da empreitada. Na foto estão em destaque, os brasileiros contratados e o Joseph Greiner abaixado.


nazistas_1

Um nazista colhem dados de um índio Aparaí.

lápide

Em uma lápide que foi improvisada, diz o seguinte: "Joseph Greiner morreu aqui em 02/01/1936, a serviço da pesquisa alemã, que foi vitima de uma febre".

hidroavião

O hidroavião conhecido como "Águia Marinha", está estacionado em uma rampa destinado a aviões anfíbios, e a atual área fazem parte da Aeronáutica, em Belém. Os 3 alemães chegaram na capital de Pará, em 1935, e foram bem recebidos entre os militares brasileiros.

0,,17284162_401,00

Com a tecnologia que os alemães tinham na época, eles gravaram a língua dos Aparaís.


20090422160357_3159_original


espolio

nazismo_1

india