quarta-feira, 29 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: Pearl Harbor



Apesar de ter pequenos erros o filme que em minha opinião é muito bom, onde mostra a história de dois amigos americanos muito próximos, onde ambos se relacionam com uma enfermeira voluntária e participam da II Guerra após este famoso ataque japonês de Pearl Harbor.

Além de alguns erros de gravações, eles cometem apenas 2 erros históricos:


- No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.

- Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas eles nunca foram enviados nesta missão.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: 300 - A Ascensão de um Império



Este filme comete 3 erros principais, vejam:


- Temístocles não teve grande importância na Batalha de Maratona


No filme eles destacam o ódio que o Xerxes tem sobre os gregos, por conta do general Temístocles ter matado o seu pai com uma flechada durante a Batalha de Maratona.

Tudo isso não passa de uma mentira: Dário, o Grande (Pai de Xerxes) não foi morto na Batalha de Maratona, acredita-se que ele tenha morrido a caminho do Egito. E Temístocles não foi o líder desta batalha, mas sim Milcíades que morreu logo depois (motivos ainda incertos). 


 - Artemísia não teve tanta influência sobre este conflito


No filme a Artemísia foi interpretada pela bela atriz Eva Green, onde fez o papel de uma jovem grega que foi abusada e abandonada pelos gregos e salvo por um emissário persa. Que acabou sendo treinada pelos melhores guerreiros persas.

Novamente  isso não passa de uma mentira: Artemísia na verdade era uma rainha (Viúva) de Cária, uma cidade grega que era alidos com os persas. mesmo sendo grega, ela não queria muito ajudar os persas na guerra geco-persas. Ela foi uma das conselheiras do imperador Xerxes  (um de seus conselhos poderia ter dado a vitória aos persas, onde ele aconselhou Xerxes levar apenas alguns barcos em Saladina e não todos) e liderou 5 barcos na batalha de Saladina. Sua bravura e inteligência se destacaram tanto que Xerxes falou a mítica frase: ''Meus homens se tornaram mulheres e minha mulheres se tornaram homens".


- Não foram os espartanos que foram decisivos na batalha de Saladina

A marinha espartana não era o mais forte dos gregos.

O que realmente deu a vitória dos gregos foram o fato de que, as embarcações persas se aproximaram  bastante perto das costas, que acabaram ficando sem espaço para combater com os trirremes gregos.  O motivo que eles se aproximaram é incerto, pois Xerxes afirmou que quem desse um passo sem sua ordem seria decapitado. Talvez o fato deles terem ficado dias e noites em alto mar, tenha permitido que as ondas levassem eles em direção a 'boca da besta' ou por ter persas em comandos das embarcações, sendo que persas nunca até então haviam visto o mar.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: O Gladiador




Apesar de o filme ter uma visão anacrônica comete alguns erros feios em seu enredo, vejam:


- O filme retrata o governo de Commodus como um período de 2 anos. Na verdade, seu governo durou 12 anos.

- Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.

- O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.

- No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.


Observação: Grande parte dos filmes que tem gladiadores como tema, retratam lutas irreais  e fantasiosas. Verdadeiramente as lutas de gladiadores tinham juízes e normalmente todos saíam vivos. As lutas eram iguais ao MMA ou UFC, a unica diferença é que eles ficavam trancados no Coliseu quando não lutavam.

Essa visão que as pessoas pensam que os romanos eram violentos e sanguinários é mentira! Na verdade é uma propaganda cristã,  que quando tomou o poder fez de tudo para as próximas gerações terem a maior aversão possível ao período anterior a eles (realmente o Império Romano era opressor e violento, entretanto há certos exageros como nesta questão dos gladiadores).



domingo, 26 de junho de 2016

Benjamin Abrahão - O Libanês que domou Lampião



Benjamin Abrahão, foi o secretário particular do Padre Cícero, e na boa parte de sua vida trabalhou como fotógrafo, capturando imagens do homem mais procurado do nordeste. Infelizmente teve um fim muito trágico quando foi morto por coronéis que mataram  com 42 punhaladas, afim de querer informações a respeito de Lampião, já que ele tinha uma certa ligação. A Vida do Libanês nascido no lugarejo chamado Zahelh,  que acabou deixando seu país natal por conta da Primeira Guerra Mundial. Benjamin Abrahão veio parar no Brasil, mas precisamente em Pernambuco, bastante longe dos Estados Unidos que era o seu destino de preferência em caso de rota de fuga. Em Recife ele estabeleceu como Márcate, vendendo tecidos. Depois, decidiu ampliar suas ofertas para produtos vindo diretamente do sertão, como rapadura, farinha, carne-de-sol e etc.

No ano dos anos 20, ele teve sua primeira aventura no interior do nordeste, chegando até Juazeiro do Norte, no Ceará, onde se tornou secretário do Padre Cícero que era considerado santo entre os romeiros, e que tinha um grande respeito por todos os lugares do nordeste. Um médico e historiador chamado Napoleão Tavares Neves, ressalta que "Abrahão ganhou a simpatia do religioso com uma mentira. Ao ver aquele homem diferente no meio da multidão, Padre Cícero, beirando os 80 anos de idade, teria se emocionado ao saber que o estrangeiro de fala enrolada nascera em Belém, na Palestina, o lugar de nascimento de Jesus Cristo". Foi ao lado do Padre Cícero que Benjamin Abrahão conheceu, no inicio de março de 1926, o homem que mudaria de vez o seu destino. Lampião, o rei do cangaço, tinha ido a Juazeiro do Norte para receber a patente de capitão depois de lutar contra a coluna prestes.

Os caminhos do libanês e do rei do cangaço, se cruzaria novamente em 1936, quando Benjamin com uma carta de apresentação de Padre Cícero (Falecido dois anos antes) e com equipamentos obtidos da Aba Film, sediava em Fortaleza, parte em busca do bandido mais famoso do nordeste com o objetivo de registrá-lo em celuloide.

sábado, 25 de junho de 2016

A Guerra da Secessão



A Guerra da Secessão ou Guerra Civil Americana como assim preferir chamar, foi o maior conflito armado da história dos Estados Unidos. Lamentavelmente a guerra causou a morte de 970 mil pessoas, o equivalente o mesmo número de mortos das duas guerras mundiais juntas.

As diferenças socioeconômicas foi uns dos principais motivos para o conflito dos Estados Unidos do Norte e Sul. A região do norte estava passando por um momento de grande desenvolvimento econômico e industrial, já o sul eram basicamente agrícolas. No entanto a diferença fundamental que pôs inicio a guerra civil foi o fator da existência do trabalho assalariado do norte e do trabalho escravista do sul.

Abraham Lincoln candidato do norte era abolicionista e defensor da liberdade, que se tornou presidente do país no ano de 1860, fator que desagradou bastante o sul. Com medo, caso houvesse uma possível abolição do trabalho escravista em seus territórios, 11 estados resolveram se separar da União e formaram o Estado dos Confederados. Os rebeldes aprovaram uma nova constituição e escolheram Richmond, na Virgínia, como capital. Até ai tudo bem, ainda  não havia motivos para se iniciar a guerra. Diferente de que muitas pessoas pensam e falam, a Guerra da Secessão não foi causada pela simples separação do Confederados, uma vez que segundo o ponto de vista constitucional não obriga um estado permanecer na União. O que desencadeou o conflito, foi o ataque dos Confederados ao forte de Sumter, na Carolina do Sul,  em 12 de abril de 1861. A posição dos Confederados e o ataque ao forte de Sumter, levaram a conceder a União como inimiga, que foi proporcionada pelo medo da propagação do abolicionismo. Já a intensão principal da União e de Lincoln era salvar a unidade territorial dos Estados Unidos.

Depois de muitas vitórias e derrotas de ambos os lados, a União conseguiu vencer. Para ter uma ideia, a população dos Estados Unidos naquela época era de 31 milhões, e desses 31 milhões, 20 mil viviam nos estados do norte. Além disso, uma grande parte da população do sul era composta por escravos que não tinham o direito de ir a guerra. Por fim, podemos citar que o norte tinha inúmeras vantagens como, ferrovias e de uma força naval extremamente forte. A guerra teve o seu fim em 1865, quando o general confederado Robert Lee pediu seus termos de redição. Embora a guerra tinha abalado bastante a economia do norte, os estados do sul foram o que saíram mais prejudicados pois  muitas cidades e plantações foram destruídas e sem contar com a falta de mão de obra. Mesmo assim, houve um grande crescimento econômica do norte que acabou contagiando toda a nação americana nos anos seguintes.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Biblioteca de Nínive e Gilgamesh



A biblioteca de Nínive é considerado como uns dos mais importantes legados da história Mesopotâmica. Foi descoberta no século 19 por arqueólogos ingleses. E pertencia ao rei assírio Assurbanipal II (Século 7 a.C) que era constituída por uma imensa coleção de mais ou menos 25 mil plaquetas de argila (Material que os povos da Mesopotâmia usavam para escrever), com escritas cuneiformes, muitos deles em bilíngues, em sumerianos e acádico.  É considerada a primeira biblioteca da história, a Biblioteca de Nínive guardava complicações de diversos tipos de textos: cartilhas sobre o mundo natural, geografia, matemática, astrologia e medicina; manuais de exorcismo e de augúrios; códigos de leis; relatos de aventuras e textos religiosos.

Literatura

A obra literária mais famosa da Mesopotâmia é a Epopeia de Gilgamesh, Gilgamesh é uma figura semilendária e que teria sido rei da cidade-estado de Uruk, á epopeia foi construída com base de seu nome, encontrada em 12 plaquetas de argila que constam do acervo da Biblioteca de Nínive.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

George Patton



George Smith Patton Jr ( 1885-1945) que era apelidado de "Bendito" e "Velho", foi comandante do 7° exército dos Estados Unidos nos teatros do Mediterrâneo, da Europa durante a Segunda Guerra e o 3° exército dos Estados Unidos na ofensiva da França e na Alemanha depois da invasão da Normandia.

Nasceu em uma família privilegiada por militares, Patton frequentou a Academia de West Point. Sua personalidade rígida e sucesso como comandante eram, por vezes, eclipsados pelas suas declarações controversas. Com a sua filosofia de comandar topas na linha de frente e sua capacidade de inspirar soldados com seus discursos vulgares, fez que ele conquistasse a simpatia e respeito de seus homens e do povo americano.

Como estrategista , ele enfatizava a ofensiva rápida e agressiva. Enquanto isso, líderes aliados tinham diferentes opiniões sobre Patton (Da mas elevadas ás piores possíveis),  e era bastante pelo alto comano alemão. No fim da Segunda Guerra, Patton tornou-se o governador militar da Bavária, posto que ele ocupou por um período curto devido a suas opiniões controversas. O general americano morreu na Alemanha e seu corpo nunca voltou aos Estados Unidos, em 21 de dezembro de 1945, por conta dos ferimentos causados por um acidente de carro sofrido 12 dias antes.