sábado, 2 de julho de 2016

Personagens Bíblicos: O Rei Davi



Davi sem dúvidas, é uns dos maiores personagens da Bíblia sagrada onde nasceu na cidade Belém em Judá, é filho caçula de Jessé entre os seus setes irmãos. O futuro rei de Israel, teve um papel fundamental na história dos judeus, que simboliza a união entre Deus e seu povo. No principio de sua história, ele é retratado como um harpista na corte do rei Saul, que mas tarde, teve uma participação em um conflito contra os inimigos do reino, liderado pelo gigante Golias, em que ele mata o líder filisteu com apenas uma funda. Depois de instituir o poderio militar dos judeus, Davi é clamado pelos hebreus que causa um certo ciúmes a Saul, em que ele possui um plano para matar o guerreiro, mesmo depois de fazer uma união com a filha do rei, Micol. Então, o jovem rapaz decide refugiar-se em outro lugar, com o proposito de aguardar o cumprimento dos dignos divinos. Após a morte do soberano em um conflito ao lado de seu filho Jônatas, Davi retorna e é eleito pelos membros de sua tribo, como o novo rei de Judá, enquanto Isboset descendente de Saul, se torna responsável pelas outra tribos.

Houve um imensa disputa entre os dois herdeiros do torno do Reino de Israel, na qual o Davi saiu vencedor. Ambos os dois fizeram um acordo, em que que exigia a devolução de sua esposa, em que ele concordou. Tempos depois, Isboset morreu atraiçoados por seus próprios comandos, mais foi vingado por Davi. Essa história e entre outras narrativas, estão presente entre os livros I e II de Samuel no Antigo Testamento, localizadas por volta de 1050 a.C. A história prossegue com a conquista de Jerusalém nas mãos dos Jubseus, na qual acaba se tornando a capital do Reino Unido de Israel em um núcleo espiritual deste povo, onde guardavam a Arca da Aliança em seu interior. Davi teve um grande mérito em fazer que várias tribos de uma nação consolidada converte-se. Segundo a tradição, ele era um monarca  bastante amado pelo povo, em que seu nome é mais citado na escrita sagrada.  Ao que parece seus cabelos eram ruivos, ele tinha uma bela fisionomia e era muito amável.

O soberano Davi, ampliou as terras dos israelitas e que logo depois se tornou uma nação prospera. Ma sua velhice foi perturbada por insurreições causadas pelos seus filhos e por intrigas familiares em sua corte. Ele era detentor de um cultura invejável, dedicava-se á poesia e á música, e foi uns dos criadores dos livros dos Salmos. O seu primogênito, Absalão, tentou usurpar o seu trono paterno, onde foi forçado a fugir e, a despeito das instruções de Davi, acabou sendo assassinado por uns dos seus generais., Antes de sua morte ele entregou o seu poder a Salomão, seu filho com Betsabéia, viúva de Urias. Infelizmente  o futuro soberano provocou o incio da queda de Israel. Na linhagem de descendência, como foi previsto no Antigo Testamento e também dos judeus ortodoxos revém dos messias, Jesus, por meio de José que provem diretamente com o monarca. Os arqueólogos atualmente, revelam ter encontrado vestígios que comprovam a existência de Davi.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Quais são as diferenças dos sistemas escravistas dos EUA e do Brasil ?


Cena do filme 12 anos de escravidão 



Os primeiros registros de mão de obra escrava no Brasil datam no ano de 1534, já nos EUA eles datam quase um século depois. Mas a diferença entre esses dois sistemas é geográfico: no Brasil, a escravidão era nacional, pois tomava conta em todo o seu território. Não era dividida como os EUA onde só o sul possuía um sistema escravista, enquanto o norte lutavam pela abolição da escravatura.

As ideias de liberdade ser um direito de todos, faziam parte dos textos básicos da fundação dos EUA que foi usada pelo norte na luta contra a escravidão. Já no Brasil, os valores da escravidão era aceitos por toda a sociedade. Por fim, há diferenças em ambas abolições da escravatura: Nos EUA, veio depois a Guerra Civil (1861-1865), cuja a principal disputa era a introdução ou não da escravidão nos novos estados que se formavam; no Brasil, foi imposta pela lei.


A reprodução endógena, isto é, da família escrava para a reprodução da sociedade escravista, foi mais estimulada nos EUA devido a um grande números de mulheres escravas em relação ao Brasil e menor proporção de novas levas de escravos vindo da África.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: Coração Valente



O filme Coração Valente sem dúvidas é um ótimo filme que possui uma grande fidelidade histórica, que só peca em alguns momentos, veja:

- Segundo os historiadores, o rei Edward I nunca instituiu o recurso da primeira noticia, que permitia a nobres e oficiais ingleses tirar a virgindade de uma noiva no dia de seu casamento.

- Durante o filme, os guerreiros da Escócia usam kilts nas batalhas. Porém, esta vestimenta só foi incorporada aos escoceses a partir do século XVI.

- Após a Batalha de Falkirk, Isabella se sentiu atraída por Wallace, e eles tiveram um romance. O problema é que, quando ocorreu esta batalha, Isabella tinha apenas 3 anos de idade.

- O filme mostra que Isabella teve um filho com Wallace, Edward III. No entanto, Edward III só nasceu sete anos depois da morte de Wallace.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: Pearl Harbor



Apesar de ter pequenos erros o filme que em minha opinião é muito bom, onde mostra a história de dois amigos americanos muito próximos, onde ambos se relacionam com uma enfermeira voluntária e participam da II Guerra após este famoso ataque japonês de Pearl Harbor.

Além de alguns erros de gravações, eles cometem apenas 2 erros históricos:


- No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.

- Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas eles nunca foram enviados nesta missão.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: 300 - A Ascensão de um Império



Este filme comete 3 erros principais, vejam:


- Temístocles não teve grande importância na Batalha de Maratona


No filme eles destacam o ódio que o Xerxes tem sobre os gregos, por conta do general Temístocles ter matado o seu pai com uma flechada durante a Batalha de Maratona.

Tudo isso não passa de uma mentira: Dário, o Grande (Pai de Xerxes) não foi morto na Batalha de Maratona, acredita-se que ele tenha morrido a caminho do Egito. E Temístocles não foi o líder desta batalha, mas sim Milcíades que morreu logo depois (motivos ainda incertos). 


 - Artemísia não teve tanta influência sobre este conflito


No filme a Artemísia foi interpretada pela bela atriz Eva Green, onde fez o papel de uma jovem grega que foi abusada e abandonada pelos gregos e salvo por um emissário persa. Que acabou sendo treinada pelos melhores guerreiros persas.

Novamente  isso não passa de uma mentira: Artemísia na verdade era uma rainha (Viúva) de Cária, uma cidade grega que era alidos com os persas. mesmo sendo grega, ela não queria muito ajudar os persas na guerra geco-persas. Ela foi uma das conselheiras do imperador Xerxes  (um de seus conselhos poderia ter dado a vitória aos persas, onde ele aconselhou Xerxes levar apenas alguns barcos em Saladina e não todos) e liderou 5 barcos na batalha de Saladina. Sua bravura e inteligência se destacaram tanto que Xerxes falou a mítica frase: ''Meus homens se tornaram mulheres e minha mulheres se tornaram homens".


- Não foram os espartanos que foram decisivos na batalha de Saladina

A marinha espartana não era o mais forte dos gregos.

O que realmente deu a vitória dos gregos foram o fato de que, as embarcações persas se aproximaram  bastante perto das costas, que acabaram ficando sem espaço para combater com os trirremes gregos.  O motivo que eles se aproximaram é incerto, pois Xerxes afirmou que quem desse um passo sem sua ordem seria decapitado. Talvez o fato deles terem ficado dias e noites em alto mar, tenha permitido que as ondas levassem eles em direção a 'boca da besta' ou por ter persas em comandos das embarcações, sendo que persas nunca até então haviam visto o mar.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Erros históricos em filmes: O Gladiador




Apesar de o filme ter uma visão anacrônica comete alguns erros feios em seu enredo, vejam:


- O filme retrata o governo de Commodus como um período de 2 anos. Na verdade, seu governo durou 12 anos.

- Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.

- O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.

- No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.


Observação: Grande parte dos filmes que tem gladiadores como tema, retratam lutas irreais  e fantasiosas. Verdadeiramente as lutas de gladiadores tinham juízes e normalmente todos saíam vivos. As lutas eram iguais ao MMA ou UFC, a unica diferença é que eles ficavam trancados no Coliseu quando não lutavam.

Essa visão que as pessoas pensam que os romanos eram violentos e sanguinários é mentira! Na verdade é uma propaganda cristã,  que quando tomou o poder fez de tudo para as próximas gerações terem a maior aversão possível ao período anterior a eles (realmente o Império Romano era opressor e violento, entretanto há certos exageros como nesta questão dos gladiadores).



domingo, 26 de junho de 2016

Benjamin Abrahão - O Libanês que domou Lampião



Benjamin Abrahão, foi o secretário particular do Padre Cícero, e na boa parte de sua vida trabalhou como fotógrafo, capturando imagens do homem mais procurado do nordeste. Infelizmente teve um fim muito trágico quando foi morto por coronéis que mataram  com 42 punhaladas, afim de querer informações a respeito de Lampião, já que ele tinha uma certa ligação. A Vida do Libanês nascido no lugarejo chamado Zahelh,  que acabou deixando seu país natal por conta da Primeira Guerra Mundial. Benjamin Abrahão veio parar no Brasil, mas precisamente em Pernambuco, bastante longe dos Estados Unidos que era o seu destino de preferência em caso de rota de fuga. Em Recife ele estabeleceu como Márcate, vendendo tecidos. Depois, decidiu ampliar suas ofertas para produtos vindo diretamente do sertão, como rapadura, farinha, carne-de-sol e etc.

No ano dos anos 20, ele teve sua primeira aventura no interior do nordeste, chegando até Juazeiro do Norte, no Ceará, onde se tornou secretário do Padre Cícero que era considerado santo entre os romeiros, e que tinha um grande respeito por todos os lugares do nordeste. Um médico e historiador chamado Napoleão Tavares Neves, ressalta que "Abrahão ganhou a simpatia do religioso com uma mentira. Ao ver aquele homem diferente no meio da multidão, Padre Cícero, beirando os 80 anos de idade, teria se emocionado ao saber que o estrangeiro de fala enrolada nascera em Belém, na Palestina, o lugar de nascimento de Jesus Cristo". Foi ao lado do Padre Cícero que Benjamin Abrahão conheceu, no inicio de março de 1926, o homem que mudaria de vez o seu destino. Lampião, o rei do cangaço, tinha ido a Juazeiro do Norte para receber a patente de capitão depois de lutar contra a coluna prestes.

Os caminhos do libanês e do rei do cangaço, se cruzaria novamente em 1936, quando Benjamin com uma carta de apresentação de Padre Cícero (Falecido dois anos antes) e com equipamentos obtidos da Aba Film, sediava em Fortaleza, parte em busca do bandido mais famoso do nordeste com o objetivo de registrá-lo em celuloide.