A teoria mais válida e oficial da morte de Napoleão é baseada numa autopsia, onde o imperador veio a óbito no dia 5 de maio de 1821, aos 51 anos, devido a um câncer no estômago e exilado na ilha de Santa Helena. A outra versão, que é denominada como teoria da conspiração, conta que Napoleão teria sido envenenado pelos britânicos ou até mesmo pelo seu confidente, o conde Charles de Montholon, que teria sido pago por franceses medrosos que temiam o retorno de Napoleão em Paris. A evidência científica da teoria da conspiração, baseia-se numa análise química feita em 2001 com mechas de cabelo do Napoleão. A análise registra vários traços de arsênio. Existe uma lenda onde fala que Napoleão foi enterrado sem o seu pênis, horas depois de ser enterrado. Depois de 170 anos, a relíquia apareceu nos Estados Unidos, guardada pelo professor de Urologia, John Lattmer, que aliás recebeu inúmeras cusparadas e insultos. "Foi a vingança do médico", disse Lattimer. Embora seja provável, não está provado que tenha sido o médico que fez a autópsia, Dr. Francesco Antommarchi, a subtrair o órgão genital de Napoleão. Na sala estavam presentes dezessete testemunhas, sete médicos ingleses, duas criadas de Napoleão, um padre de nome Vignali e ainda um servo árabe de nome Ali. Haveria, portanto, 29 suspeitos. Embora os rumores persistam até os dias de hoje, a tal amputação nunca foi comprovada.
domingo, 3 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Personagens Bíblicos: O Rei Davi
Houve um imensa disputa entre os dois herdeiros do torno do Reino de Israel, na qual o Davi saiu vencedor. Ambos os dois fizeram um acordo, em que que exigia a devolução de sua esposa, em que ele concordou. Tempos depois, Isboset morreu atraiçoados por seus próprios comandos, mais foi vingado por Davi. Essa história e entre outras narrativas, estão presente entre os livros I e II de Samuel no Antigo Testamento, localizadas por volta de 1050 a.C. A história prossegue com a conquista de Jerusalém nas mãos dos Jubseus, na qual acaba se tornando a capital do Reino Unido de Israel em um núcleo espiritual deste povo, onde guardavam a Arca da Aliança em seu interior. Davi teve um grande mérito em fazer que várias tribos de uma nação consolidada converte-se. Segundo a tradição, ele era um monarca bastante amado pelo povo, em que seu nome é mais citado na escrita sagrada. Ao que parece seus cabelos eram ruivos, ele tinha uma bela fisionomia e era muito amável.
O soberano Davi, ampliou as terras dos israelitas e que logo depois se tornou uma nação prospera. Ma sua velhice foi perturbada por insurreições causadas pelos seus filhos e por intrigas familiares em sua corte. Ele era detentor de um cultura invejável, dedicava-se á poesia e á música, e foi uns dos criadores dos livros dos Salmos. O seu primogênito, Absalão, tentou usurpar o seu trono paterno, onde foi forçado a fugir e, a despeito das instruções de Davi, acabou sendo assassinado por uns dos seus generais., Antes de sua morte ele entregou o seu poder a Salomão, seu filho com Betsabéia, viúva de Urias. Infelizmente o futuro soberano provocou o incio da queda de Israel. Na linhagem de descendência, como foi previsto no Antigo Testamento e também dos judeus ortodoxos revém dos messias, Jesus, por meio de José que provem diretamente com o monarca. Os arqueólogos atualmente, revelam ter encontrado vestígios que comprovam a existência de Davi.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Quais são as diferenças dos sistemas escravistas dos EUA e do Brasil ?
Cena do filme 12 anos de escravidão
As ideias de liberdade ser um direito de todos, faziam parte dos textos básicos da fundação dos EUA que foi usada pelo norte na luta contra a escravidão. Já no Brasil, os valores da escravidão era aceitos por toda a sociedade. Por fim, há diferenças em ambas abolições da escravatura: Nos EUA, veio depois a Guerra Civil (1861-1865), cuja a principal disputa era a introdução ou não da escravidão nos novos estados que se formavam; no Brasil, foi imposta pela lei.
A reprodução endógena, isto é, da família escrava para a reprodução da sociedade escravista, foi mais estimulada nos EUA devido a um grande números de mulheres escravas em relação ao Brasil e menor proporção de novas levas de escravos vindo da África.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Erros históricos em filmes: Coração Valente
- Segundo os historiadores, o rei Edward I nunca instituiu o recurso da primeira noticia, que permitia a nobres e oficiais ingleses tirar a virgindade de uma noiva no dia de seu casamento.
- Durante o filme, os guerreiros da Escócia usam kilts nas batalhas. Porém, esta vestimenta só foi incorporada aos escoceses a partir do século XVI.
- Após a Batalha de Falkirk, Isabella se sentiu atraída por Wallace, e eles tiveram um romance. O problema é que, quando ocorreu esta batalha, Isabella tinha apenas 3 anos de idade.
- O filme mostra que Isabella teve um filho com Wallace, Edward III. No entanto, Edward III só nasceu sete anos depois da morte de Wallace.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Erros históricos em filmes: Pearl Harbor
Além de alguns erros de gravações, eles cometem apenas 2 erros históricos:
- No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.
- Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas eles nunca foram enviados nesta missão.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Erros históricos em filmes: 300 - A Ascensão de um Império
Este filme comete 3 erros principais, vejam:
- Temístocles não teve grande importância na Batalha de Maratona
No filme eles destacam o ódio que o Xerxes tem sobre os gregos, por conta do general Temístocles ter matado o seu pai com uma flechada durante a Batalha de Maratona.
Tudo isso não passa de uma mentira: Dário, o Grande (Pai de Xerxes) não foi morto na Batalha de Maratona, acredita-se que ele tenha morrido a caminho do Egito. E Temístocles não foi o líder desta batalha, mas sim Milcíades que morreu logo depois (motivos ainda incertos).
- Artemísia não teve tanta influência sobre este conflito
No filme a Artemísia foi interpretada pela bela atriz Eva Green, onde fez o papel de uma jovem grega que foi abusada e abandonada pelos gregos e salvo por um emissário persa. Que acabou sendo treinada pelos melhores guerreiros persas.
Novamente isso não passa de uma mentira: Artemísia na verdade era uma rainha (Viúva) de Cária, uma cidade grega que era alidos com os persas. mesmo sendo grega, ela não queria muito ajudar os persas na guerra geco-persas. Ela foi uma das conselheiras do imperador Xerxes (um de seus conselhos poderia ter dado a vitória aos persas, onde ele aconselhou Xerxes levar apenas alguns barcos em Saladina e não todos) e liderou 5 barcos na batalha de Saladina. Sua bravura e inteligência se destacaram tanto que Xerxes falou a mítica frase: ''Meus homens se tornaram mulheres e minha mulheres se tornaram homens".
A marinha espartana não era o mais forte dos gregos.
O que realmente deu a vitória dos gregos foram o fato de que, as embarcações persas se aproximaram bastante perto das costas, que acabaram ficando sem espaço para combater com os trirremes gregos. O motivo que eles se aproximaram é incerto, pois Xerxes afirmou que quem desse um passo sem sua ordem seria decapitado. Talvez o fato deles terem ficado dias e noites em alto mar, tenha permitido que as ondas levassem eles em direção a 'boca da besta' ou por ter persas em comandos das embarcações, sendo que persas nunca até então haviam visto o mar.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Erros históricos em filmes: O Gladiador
Apesar de o filme ter uma visão anacrônica comete alguns erros feios em seu enredo, vejam:
- Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.
- O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.
- No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.
Observação: Grande parte dos filmes que tem gladiadores como tema, retratam lutas irreais e fantasiosas. Verdadeiramente as lutas de gladiadores tinham juízes e normalmente todos saíam vivos. As lutas eram iguais ao MMA ou UFC, a unica diferença é que eles ficavam trancados no Coliseu quando não lutavam.
Essa visão que as pessoas pensam que os romanos eram violentos e sanguinários é mentira! Na verdade é uma propaganda cristã, que quando tomou o poder fez de tudo para as próximas gerações terem a maior aversão possível ao período anterior a eles (realmente o Império Romano era opressor e violento, entretanto há certos exageros como nesta questão dos gladiadores).
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