quarta-feira, 18 de maio de 2016

Simón Bolívar: El Libertador




Simón Bolívar nasceu na capital da Venezuela,Caracas em 1783. Seu pai era produtor de cacau mas morreu antes de Simón completar 3 anos de idade, seis anos depois o garoto se torna órfão depois de sua mãe falecer. O pequeno garoto ficou com o seu tio materno, mas outra pessoa totalmente diferente foi responsável pela sua educação, o seu professor particular: Simón Rodriguez. Ele ensinava a Simón sobre conceitos de liberdade, democracia e direitos humanos que circulavam em toda a Europa e os Estados Unidos. Na América do Sul, a potência colonial espanhola governava desde a chegada de Cristóvão Colombo á 300 anos antes. A parte espanhola do continente foi dividida em 4 "reinos", que eram governados por vice- reis sob o controle do rei espanhol.

Inspiração em Napoleão ?

Em 1797, o professor Simón Rodriguez foi obrigado a deixar o país depois de ser acusado de participar em uma conspiração contra as autoridades espanholas em Caracas. Sendo assim, o Simón Bolívar foi mandado a uma academia militar. Depois, viajou por toda a Europa para continuar os seus estudos. Em Paris, ele assistiu de perto a coroação de Napoleão Bonaparte e o júbilo do povo, esse evento teve uma grande influência sobre o jovem idealista, Bolívar. A partir daquele momento ele teve em mente que ele e seus compatriotas podiam ter o mesmo destino. Bolívar volta á Venezuela em 1807, que ficou na linha de frente em Caracas quando, em 1810, a população começou a rebelar contra os espanhóis. Um ano depois a guerra contra a dominação colonial espanhola já estava prestes a acontecer e logo Bolívar, com 30 anos, se tornou líder dos rebeldes. Ele era amado pelo povo, e o seu senso de táticas e seus discursos maravilhosos, ele ganhou uma apelido de El Libertador(O Libertador). Apesar de seus grandes êxitos no inicio, o caminho para a vitória estava completamente difícil do que ele tinha pensado. Na decisão da batalha em 1819, ele arriscou atravessar as cordilheira dos Andes. Para o Bolívar ganhar dos espanhóis, ele precisava tomar a capita de Nova Granada(Atual Colômbia), Bogotá em um ataque relâmpago. Finalmente o seu plano deu certo, e Bolívar poderia usar os soldados em novos confrontos.

O ponto decisivo e a vitória de Simón Bolívar

Em agosto de 1819, o exército espanhol comandada pelo José Maria Barreiro correu as pressas para Bogotá. O objetivo era deter o exército rebelde, mas os espanhóis tiveram muita pressa, e decidiram dividir em dois grupos. Bolívar ordenou a um dos seu oficiais de confiança que ficassem mais a frente enquanto ele atacava o restante do exército espanhol. Os espanhóis não resistiram ao ataque dos rebeldes e o general José Maria Barreiro se rendeu. naquele momento Bogotá estava totalmente desprotegida. E quando Bolívar chegou á cidade o vice-rei já tinha fugido, ele fugiu tão rápido que deixou até o ouro que estava em um baú de tesouro pra trás. O valor do tesouro era o suficiente para financiar a luta pela independência por muitos anos. Bolívar deu um cheque-mate em seus inimigos e tomaram a cidade de Bogotá. De volta a sua casa na Venezuela, o general espanhol Pablo Morillo ouviu falar sobre a derrota de seus homens. Ele pediu até reforços a rei da Espanha, porém Morillo percebeu a disputa pela América do Sul já tinha sido perdida, Em 7 de setembro de 1821, Simón Bolívar foi declarado presidente da nova República de Gran Colombia. A República de Gran Combia se estenderia das partes da atual Colômbia, Venezuela, Equador, morte do Peru e o noroeste do Brasil Simón Bolívar foi um dos poucos homens que deram nome a um país: Bolívia.





terça-feira, 17 de maio de 2016

Os Sumérios






Foram o primeiro povo a se estabelecer e a constituir um estado na Mesopotâmia, que ocuparam a parte baixa da região e tiraram proveito das águas dos rios Tigre e Eufrates. Os Sumérios criaram um modo de vida que foi adotada por todos os povos que viriam a conquistar a Mesopotâmia, as cidades-estados fazem parte desse modo de vida. As cidades estados possui um governo próprio e funciona como um pequeno país, que eram governados por um rei-sacerdote (Patesi) que diferentes dos faraós, o Patesi era um líder militar, político e religioso e que era considerado um representante dos deuses entre os homens.

A Mesopotâmia em si, é rodeada por montanhas e desertos, tinham um clima quente e seco e tinha uma vegetação escassa. E para sobreviver nesta região castigada, os sumérios tiveram uma grande ideia, ele construíram diques e barragens para aproveitar as águas do rio Tigre e Eufrates e ainda construirão canais de irrigação para levar água a lugares mais longes e secos. Também levaram a agricultura para a Mesopotâmia que logo ficou conhecida como "O Celeiro do Mundo". Com o controle da água e com as atividades agro-pastoris, facilitou uma vida sedentária.

A região da Mesopotâmia não tinha pedreira para tirar pedra, não tinha floresta para tirar madeiras..mas o que os sumérios utilizavam para as suas grandes construções arquitetônicas e hidráulicas ? Bem, ele utilizava tijolos de barro cozido pelo sol, mas o barro cozido não serviu somente para fazer tijolos, eles precisavam registrar quantas cabras havia nos pastos e quantos cereais havia no armazém e para fazer essa contabilidade eles faziam em cunhas de barro úmido, que utilizavam a escrita cuneiforme, que aliás é uma das criações de grande valor dos sumérios.

Por volta de 2.350 a.C, Sargão I imperador da Acádia, domina a região e faz uma unificação entre os povos sumerianos e acádios. Com a unificação, Sargão I acaba com a autonomia das cidades, cujo o sistema de governo é substituído pelo império. A dominação sumeriana só durou apenas até o 3° milênio a.C. 


Armamentos da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial




MG 81



Desenvolvida entre 1938 e 1939, a MG 81 era uma metralhadora fixa ou flexível instalada em aviões da Luftwaffe. Substituindo a MG 15, a MG 81 foi desenvolvida pela Mauser como uma derivação da metralhadora de infantaria MG 34. Seu desenvolvimento focava-se na redução de tempo e custo de sua produção e foi fabricada de 1940 até 1945. 
Uma versão especial de dois canos, MG 81 Z, foi introduzida em 1942 para prover maior poder de fogo sem requerer mais espaço do que uma metralhadora padrão. A utilização mais comum da MG 81 Z foi na cauda do Dornier Do 217 que permitia ao piloto disparar contra aeronaves que o perseguiam. Outra aplicação foi no Junkers Ju 88 onde três pares delas eram montadas externamente para atacar alvos no solo.
Especificações da MG 81

Calibre: 7,92mm
Peso: 6,5kg
Comprimento: 890mm
Velocidade inicial do projétil: 790m/s
Alimentação: fita
Razão de fogo: 1400-1600 tiros por minuto

Especificações da MG 81 Z

Calibre: 7,92mm
Peso: 12,9kg
Comprimento: 915mm
Velocidade inicial do projétil: entre 760m/s e 790m/s
Razão de fogo: 2800-3200 tiros por minuto


EMP 44






A EMP 44 foi desenvolvida pela Emma Werke em 1944 mas mesmo assim acabou não sendo introduzida ao Exército Alemão. O grande uso de submetralhadoras pelos Alemães levou as indústrias a criarem novos projetos que fossem simples e baratos. Em 1944 a Emma Werke, então uma das produtoras da MP 40, apresentou a EMP 44 que tinha um modo de produção semelhante ao da Sten e seu supressor da queima dos gases que saiem pelo cano era fabricado do mesmo modo do que na PPS43. A EMP 44 não foi rejeitada por ser uma arma ruim mas simplesmente porque armas como a MP 44 já estavam em produção.

Especificações da EMP 44

Calibre: 9mm
Cartucho: 9x19mm Parabellum
Razão de fogo: 500 tiros por minuto
Alcance efetivo: 150 metros á 200 metros
Pente: 32 cartuchos
Comprimento: 950mm


MG 17




Produzida pela Rheinmetall-Borsig, a MG 17 foi utilizada como uma metralhadora fixa, instalada em muitos aviões da Luftwaffe e antes da Segunda Guerra muitas foram comercializadas com outros países. Por volta de 1940 elas já começavam a ser substituídas por canhões e metralhadoras de maiores calibres. Ao fim de 1945 quase ou nenhuma aeronava tinha a MG 17 equipada.

A MG 17 foi utilizada no Messerschmitt Bf 109, Messerschmitt Bf 110, Focke-Wulf Fw 190, Junker Ju 87, Junkers Ju 88C, Heinkel He 111, Dornier Do 17/215, Focke-Wulf Fw 189, etc. Mais tarde muitas MG 17 foram modificadas para serem utilizadas pela infantaria. Cerca de 24. 271 foram modificadas para este propósito até Janeiro de 1944.

Especificações da MG 17

Calibre: 7,92mm
Cartucho: 7,92x57 Mauser; peso do cartucho: 35,5 gramas
Velocidade inicial do projétil: 855m/s com o cartucho Phosphor B e 905m/s com o cartucho SmK L'spur
Comprimento: 1.175mm
Peso: 10,2kg
Alimentação: fita


Volkssturmgewehr 1-5




Desenvolvido por Karl Barnitzke para o Primitiv-Waffen-Programm, o Volkssturmgewehr 1-5 ou VG 1-5 foi desenvolvido como uma arma barata e de fácil e rápida produção que deveria equipar os soldados da Volkssturm. Utilizava o mesmo cartucho e pente do rifle StG 44 e tinha um sistema de gás baseado no sistema Barnitzke. Algumas VG 1-5 foram produzidas com seleção de fogo. Cerca de 10.000 unidades foram produzidas entre Janeiro de 1945 e o fim da guerra.

Especificações do Volkssturmgewehr 1-5 

Calibre: 7,92
Comprimento: 960mm
Comprimento do cano: 380mm
Peso: 4,27kg
Velocidade inicial do projétil: 685m/s
Pente: 30 cartuchos


Pistole P 08 (Luger)




A pistola que hoje em dia é conhecida como Luger teve suas origens em um projeto de Hugo Borchardt de 1893. Mais tarde George Luger desenvolveu e produziu a arma que leva o seu nome até hoje. As primeiras Luger eram fabricadas com calibre 7,65mm e foram adotadas pelo Exército Suiço. O seu projeto foi adotado por inúmeras nações e cerca de dois milhões de unidades foram produzidas por diversos fabricantes em pelo menos 35 versões.

A Pistole P 08 era uma dessas variações. Foi adotada pelo Exército Alemão em 1908 e continuou sendo a principal pistola até a Walther P38 ser introduzida em 1938. O principal calibre encontrado na P 08 era 9mm mas muitas versões de 7,65mm foram produzidas. A P 08 é provavelmente uma das clássicas armas da segunda guerra.
Era facilmente manuseada, fácil de mirar e normalmente muito bem fabricada. Ela devia ser bem feita pois tinha um complexo sistema de ação que era sensível contra poeira e sujeira. Mas mesmo assim ela provou ser uma pistola robusta e resistente. Ela só foi substituída nas linhas de produção por que a demanda por pistolas era alta e sua fabricação era lenta. Foi em 1942 que apareceram as últimas a serem fabricadas.

A Luger mais comum, P 08, tinha um cano de 103mm de comprimento e outro modelo mais antigo como a P 17 Artillerie tinha um cano de 203mm e havia um pente para 32 cartuchos que já não encontravam-se mais em serviço entre 1939 e 1945. Essas pistolas estavam entre os troféus mais procurados da segunda guerra e muitas ainda sobrevivem em coleções.

Especificações da Pistole P 08 (Luger)

Cartucho: Parabellum 9mm
Comprimento: 222mm
Comprimento do cano: 103mm
Peso: 0,877kg
Velocidade inicial do projétil: 381m/s
Pente: 8 cartuchos

Maschinengewehr 34




Os termos do Tradado de Versalhes proibiam o desenvolvimento de metralhadoras na Alemanha mas com a Rheinmetall-Borsig operando escondida na fronteira com a Suiça na década de 20, este termo foi passado para trás. Projetos seguintes resultaram em uma metralhadora refrigerada por ar que virou a Solothurn Modell 1930, uma metralhadora de projeto avançado que teve muitas de suas características implantadas nas armas seguintes. Poucas foram produzidas e os Alemães necessitavam de uma arma melhor, o que resultou na MG 15 que foi produzida para a Luftwaffe.

Dos projetos da Rheinmetall veio o que é considerada uma das melhores metralhadoras já produzidas, a Maschinengewehr 34 ou MG 34. Projetistas da Mauser utilizaram a Modell 29 e a MG 15 como pontos de início para toda uma nova série de metralhadoras. Este novo tipo de metralhadora podia ser carregada pela infantaria e montada sobre um bipé ou um tripé. O cano da arma era facilmente resfriado e sua alimentação era de dois tipos: por tambor, ou por fita. Além de uma ótima razão de fogo a MG 34 podia ser utilizada contra aviões em voo baixo.
A MG 34 foi um sucesso imediato e foi direto as linhas de produção e para todas as organizações armadas da Alemanha, inclusive para a polícia. A demanda pela MG 34 continuou alta até 1945. Havia diversos dispositivos para a arma, desde um bipé até complexas instalações em tanques. Havia até um periscópio que permitia ao operador dispará-la de trincheiras sem expor-se. A produção desta arma não era ajudada pelo fato de que ela era muito boa para uso militar. Eram utilizados complexos métodos e complexas máquinas na produção da MG 34 que além de caros eram demorados.

Especificações da MG 34

Calibre: 7,92mm
Comprimento: 1.219mm
Comprimento do cano: 627mm
Peso: 11,5kg
Velocidade inicial do projétil: 755m/s
Razão de fogo: entre 800tpm e 900tpm

Alimentação: 50 cartuchos por fita ou 75 cartuchos por tambor