sábado, 25 de junho de 2016

A Guerra da Secessão



A Guerra da Secessão ou Guerra Civil Americana como assim preferir chamar, foi o maior conflito armado da história dos Estados Unidos. Lamentavelmente a guerra causou a morte de 970 mil pessoas, o equivalente o mesmo número de mortos das duas guerras mundiais juntas.

As diferenças socioeconômicas foi uns dos principais motivos para o conflito dos Estados Unidos do Norte e Sul. A região do norte estava passando por um momento de grande desenvolvimento econômico e industrial, já o sul eram basicamente agrícolas. No entanto a diferença fundamental que pôs inicio a guerra civil foi o fator da existência do trabalho assalariado do norte e do trabalho escravista do sul.

Abraham Lincoln candidato do norte era abolicionista e defensor da liberdade, que se tornou presidente do país no ano de 1860, fator que desagradou bastante o sul. Com medo, caso houvesse uma possível abolição do trabalho escravista em seus territórios, 11 estados resolveram se separar da União e formaram o Estado dos Confederados. Os rebeldes aprovaram uma nova constituição e escolheram Richmond, na Virgínia, como capital. Até ai tudo bem, ainda  não havia motivos para se iniciar a guerra. Diferente de que muitas pessoas pensam e falam, a Guerra da Secessão não foi causada pela simples separação do Confederados, uma vez que segundo o ponto de vista constitucional não obriga um estado permanecer na União. O que desencadeou o conflito, foi o ataque dos Confederados ao forte de Sumter, na Carolina do Sul,  em 12 de abril de 1861. A posição dos Confederados e o ataque ao forte de Sumter, levaram a conceder a União como inimiga, que foi proporcionada pelo medo da propagação do abolicionismo. Já a intensão principal da União e de Lincoln era salvar a unidade territorial dos Estados Unidos.

Depois de muitas vitórias e derrotas de ambos os lados, a União conseguiu vencer. Para ter uma ideia, a população dos Estados Unidos naquela época era de 31 milhões, e desses 31 milhões, 20 mil viviam nos estados do norte. Além disso, uma grande parte da população do sul era composta por escravos que não tinham o direito de ir a guerra. Por fim, podemos citar que o norte tinha inúmeras vantagens como, ferrovias e de uma força naval extremamente forte. A guerra teve o seu fim em 1865, quando o general confederado Robert Lee pediu seus termos de redição. Embora a guerra tinha abalado bastante a economia do norte, os estados do sul foram o que saíram mais prejudicados pois  muitas cidades e plantações foram destruídas e sem contar com a falta de mão de obra. Mesmo assim, houve um grande crescimento econômica do norte que acabou contagiando toda a nação americana nos anos seguintes.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Biblioteca de Nínive e Gilgamesh



A biblioteca de Nínive é considerado como uns dos mais importantes legados da história Mesopotâmica. Foi descoberta no século 19 por arqueólogos ingleses. E pertencia ao rei assírio Assurbanipal II (Século 7 a.C) que era constituída por uma imensa coleção de mais ou menos 25 mil plaquetas de argila (Material que os povos da Mesopotâmia usavam para escrever), com escritas cuneiformes, muitos deles em bilíngues, em sumerianos e acádico.  É considerada a primeira biblioteca da história, a Biblioteca de Nínive guardava complicações de diversos tipos de textos: cartilhas sobre o mundo natural, geografia, matemática, astrologia e medicina; manuais de exorcismo e de augúrios; códigos de leis; relatos de aventuras e textos religiosos.

Literatura

A obra literária mais famosa da Mesopotâmia é a Epopeia de Gilgamesh, Gilgamesh é uma figura semilendária e que teria sido rei da cidade-estado de Uruk, á epopeia foi construída com base de seu nome, encontrada em 12 plaquetas de argila que constam do acervo da Biblioteca de Nínive.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

George Patton



George Smith Patton Jr ( 1885-1945) que era apelidado de "Bendito" e "Velho", foi comandante do 7° exército dos Estados Unidos nos teatros do Mediterrâneo, da Europa durante a Segunda Guerra e o 3° exército dos Estados Unidos na ofensiva da França e na Alemanha depois da invasão da Normandia.

Nasceu em uma família privilegiada por militares, Patton frequentou a Academia de West Point. Sua personalidade rígida e sucesso como comandante eram, por vezes, eclipsados pelas suas declarações controversas. Com a sua filosofia de comandar topas na linha de frente e sua capacidade de inspirar soldados com seus discursos vulgares, fez que ele conquistasse a simpatia e respeito de seus homens e do povo americano.

Como estrategista , ele enfatizava a ofensiva rápida e agressiva. Enquanto isso, líderes aliados tinham diferentes opiniões sobre Patton (Da mas elevadas ás piores possíveis),  e era bastante pelo alto comano alemão. No fim da Segunda Guerra, Patton tornou-se o governador militar da Bavária, posto que ele ocupou por um período curto devido a suas opiniões controversas. O general americano morreu na Alemanha e seu corpo nunca voltou aos Estados Unidos, em 21 de dezembro de 1945, por conta dos ferimentos causados por um acidente de carro sofrido 12 dias antes.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Curiosidades sobre múmias e monumentos do Antigo Egito




- Ao contrário das crenças populares, descobertas arqueológicas comprovam que os construtores da pirâmides eram trabalhadores assalariados, não escravos.

- A Pirâmide de Djoser, considerada a primeira pirâmide a ser erguida no Egito, construída em torno de 2600 anos antes de Cristo, era originalmente cercada por uma parede com cerca de 12 metros de altura, com 15 portas, porém somente uma podia ser aberta.

- Não se sabe ao certo o que, ou quem destruiu o nariz da Esfinge de Gizé, nem qual foi o paradeiro do mesmo. Embora Napoleão tenha levado a culpa de ter decepado a estátua, desenhos feitos em 1737, 60 anos antes do francês ter chegado ao Egito, já ilustravam a esfinge sem o nariz. O único acusado formalmente foi Muhammad Sa'im al-Dahr, um fanático sufi, que em 1378, foi linchado pelo vandalismo.

- Quando um corpo era mumificado, o cérebro era removido por uma das narinas. As vísceras eram retiradas por um corte do lado esquerdo do abdômen. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para vasos especiais, cada um desses órgãos tinha um vaso específico. O resto, incluindo o cérebro, era jogado no Nilo. O único órgão que permanecia no corpo era o coração, pois os antigos egípcios o consideravam a sede da alma.

- Cerca de 2,3 milhões de blocos de blocos de pedra foram usados na construção da pirâmide de Quéops. Cada bloco pesava em média 2,5 toneladas, mas isso variava: o tamanho diminuía de acordo com a altura, e em lugares específicos, como a câmara do rei, havia pedras gigantes, cujo peso é estimado em até 80 toneladas. Depois de cortados nas pedreiras, os blocos eram lixados e catalogados: escrevia-se o nome do faraó e o do grupo de trabalhadores responsáveis.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

A doença que mudou Calígula




A cerca de meio anos depois de ser proclamado imperador, Calígula ficou doente mas recuperou-se lentamente meses depois. Alguns historiadores afirmam que a doença transformou Calígula em um mostro. Pesquisadores supõem que o imperador sofreu de uma inflamação aguda no cérebro casado por uma meningite ou por um tumor. Muitos concordam que Calígula sofria de  epilepsia desde criança.

 O historiador romano Suetônio escreveu: "Desmaios súbitos o tornaram quase incapaz de andar, ficar m pé, organizar seus pensamentos ou sequer manter sua cabeça erguida". Além disso, Calígula também sofria de  uma extrema insônia.  "Ele raramente dormia mais de três horas por noite e nunca repousava profundamente, gritando que tinha tido visões estranhas, Então, cansado de ficar rolando na cama a maior pare da noite, ele sentava em um baú ou perambulava pelos corredores, enquanto suplicava para o sol nascer", escreveu Suetônio.

Não se sabe ao certo que Calígula era fisicamente doente. Com base em fontes contemporâneas fornecem um retrato de uma pessoa intoxicada pelo poder e que ria sadicamente de suas vítimas e que não tinha empatia por outros seres humanos. Em outras palavras, ele tinha uma personalidade de um psicopata.

domingo, 19 de junho de 2016

Gêngis Khan



Temudijin ( Como os seus pais lhe chamavam), nasceu em uma época complicada, onde havia várias tribos nômades mongóis que eram governadas por diversas famílias que viviam em conflito entre si. No anos de 1196, a tribo Merkitas invadiu e saqueou o acampamento do  clã do Borgigen e raptou a esposa de Temudijin. Ele fez uma aliança com outras tribos mongóis, deu a ordem de atacar seus inimigos, sendo assim, conseguiu libertar sua esposa e ganhou bastante respeito entre seus aliados.
Foi eleito chefe dessa tribos, e recebeu a denominação de Gêngis Khan que significa "Soberano Supremo". Em 1206. reuniu á uma assembléia todos os chefes das tribos mongóis e apresentou sua ideia de unificar, criando um estado mongol, cuja as leis ele redigiu, e criou um exército nacional sob o seu comando.

Gêngis Kham sem dúvidas foi um dos maiores gênios militares da história! Ele usa a cavalaria como hoje se usava os carros blindados e criou a estratégia de cercar as cidades a partir dos campos, como Mao Tse-Tung iria fazer a sete século depois. Depois de dominar a tribos vizinhas, invadiu o norte da China, em 1211, atravessou a grande muralha e finalmente tomou Pequim. Também avançaram em direção á Ásia Centra, conquistando vários estados muçulmanos.

Formou um império que estendeu-se do Cáucaso ao rio Indo e do mar Cáspio a Pequim. Antes de morrer, ele preparou um caminho de sua sucessão, dividindo o seu império entre seu quatros filho, depois de sua morte, o império Mongol continuou a crescer.

sábado, 18 de junho de 2016

15 curiosidades históricas sobre a Ordem dos Assassinos

Assassinos em ação


A Franquia de jogos da série Assassin's Creed, fez com que a ordem dos assassinos se populariza-se, através de personagens como Ältair, Ezio, Desmond, Edward, Connor, Arno, Jacob e etc. Porem, o que poucos sabem é que a ordem dos assassinos realmente existiu. Neste artigo, você verá 15 curiosidades históricas sobre a ordem dos assassinos!

1- A Ordem de Assassinos foi uma seita fundada no século XI por Hassan Ibn Sabbah, conhecido como “o velho da montanha”. Hassan criou a seita com o objetivo de difundir uma nova corrente do ismaelismo, que ele mesmo havia criado. Sua sede era uma fortaleza situada na região de Alamut, no Irã.

2- Os Assassinos resultaram de uma disputa sucessória no califado fatímida, uma dinastia xiita que governou o Norte de África e o Egito nos séculos X e XI. Após a morte do califa al-Mustansir em 1094, Hassan recusou-se a reconhecer o novo califa, al-Musta’li, decidindo apoiar o irmão mais velho deste, Nizar.

3-Em 1090, Hassan e os seus partidários já tinham capturado a fortaleza de Alamut, situada perto da atual cidade iraniana de Teerã. Esta fortaleza serviu como centro de operações, a partir da qual Hassan comandava a realização de ataques nos territórios que são hoje o Iraque e o Irã.

4- A partir do século XII, os Assassinos começam a atacar a Síria, tendo tomado vários castelos situados nas montanhas de An-Nusayriyah. Um desses castelos foi Masyaf, a partir do qual Rashid ad-Din as-Sinan governou de forma praticamente independente em relação a Alamut.

5- A fama do grupo se alastrou até o mundo cristão, que ficou surpreso com a fidelidade de seus membros, mais até que com sua ferocidade. Seu líder possuía cerca de 60 mil seguidores, segundo alguns relatos da época especulavam.

6- Alguns pesquisadores acreditam que a palavra Assassino viria de “Assass” – ou seja, “os fundamentos” da fé islâmica. Porém, desde Marco Polo que se acredita que o termo provém de haxixe ou haschichiyun, que significa “fumador de haxixe”.

7- Algumas fontes cristãs medievais relatam que os Assassinos teriam por hábito consumir esta substância antes de perpetrarem os seus ataques, induzindo-lhes a visão do paraíso. Contudo, as fontes ismaelitas não fazem referência a qualquer prática deste tipo, sendo esta lenda resultado de relatos de viajantes.

8-Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut com trajes brancos e um cordão vermelho em volta da cintura, quando recebiam uma missão, os Assassinos preferiam se misturar aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção.

9-Em meio à multidão urbana, eles levavam uma vida comum para não atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da vítima em número de três. Se por acaso dois punhais ou lâminas ocultas nas mangas fracassassem, haveria ainda um terceiro a completar o serviço.

10- Atuavam em qualquer lugar – nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.

11-A organização tinha como marca o uso de veneno e adagas. De 1090 a 1256, os Assassinos destronaram quase todos que se opuseram a eles. Emires, governantes de cidades, comandantes de fortalezas e até religiosos notórios passaram a vestir armaduras de metal para evitar serem assassinados.

12-Hassan treinou e organizou um bando de destemidos assassinos políticos como jamais se havia visto. Certa vez, durante a visita de um emir, querendo demonstrar a lealdade de seus homens, Hassan pediu que um de seus homens se suicidasse, ordem que foi cumprida imediatamente na frente de todos.

13-Segundo alguns pesquisadores, a frase “nada é verdade, tudo é permitido“, popularizada na série Assassin’s Creed, era realmente utilizada por Hassan e os Grão-Mestres nos rituais de iniciação na Ordem dos Asssassinos

14- Além de um rigoroso exame de admissão dos iniciados, recolhia crianças abandonadas ou as comprava de casais miseráveis para fazer delas o seu exército de fieis. Carentes de tudo, os jovens aspirantes viam-no como um deus-pai, dedicando-se integralmente a sua vontade, jamais ousando criticar uma ordem recebida.

15-Hassan e os Grão-Mestres que governaram após o mesmo seguraram um grande poderio e influência política em toda a região, até que o líder mongol Hulagu Khan destruiu a base de Alamut, em 1256. Foi o fim da ameaça que a seita dos assassinos representava em todo o Oriente Médio.